Neste Aterro virtual, despejo minhas impressões deste mundo insólito. Avisem aos catadores, pois eles sabem que em meio a entulhos e monturos sempre se tira algo que preste. Vou tentar descarregar aqui, de maneira irrestrita o conteúdo de minha cabeça, cachola, que esta sempre a transbordar.

Warlen Dimas

sábado, 18 de agosto de 2012

Antes de depositar suas esperanças em voto nas mÃOS DA CLASSE DOMINANTE LEIA ISTÓ...

Pra si entender nosso tempo...E antes de depositarmos nossas esperanças nas mãos da classe dominante...
      Dialética era na Grécia antiga, a arte do dialogo. Aos poucos,passou a ser a arte de no dialogo,demonstrar uma tese por meio de uma argumentação capaz de definir e distinguir claramente os conceitos envolvidos na discussão.
    Aristóteles considerava Zenon de Eléa ( aprox.490-430 a.c.) o fundador da dialética.Outros consideravam SÓCRATES (469-399 a.c.).Numa discussão sobre a função da filosofia(que estava sendo caraterizada como uma atividade inútil) Sócrates desafiou os generais Lachas e Nicias a definirem o que era a bravura e o politico Caliclés a definir o que era a politica e a justiça,para demonstrar a eles que só a filosofia-por meio da dialética - podia lhes proporcionar os instrumentos indispensáveis para entenderem a essência daquilo que faziam,das atividades profissionais a que se dedicavam.
    N a acepção moderna,entretanto,dialética significa outra coisa: é o modo de pensarmos as contradições da realidade,o modo de compreendermos a realidade como essencialmente contraditória e em permanente transformação.
     No sentido moderno da palavra,o pensador dialético mais radical da Grécia antiga foi,sem dúvida,Heráclito de Éfeso(aprox.540-480 a.c).Nos fragmentos deixados por Heráclito,pode-se ler que tudo existe em constante mudança,que o conflito é o pai e o rei de todas as coisas. Lê-se também que vida ou morte,sono ou vigília,juventude ou velhice são realidades que se transformam umas nas outras.O fragmento n 91,em especial,tornou-se famoso: nele se lê que um homem não toma banho duas vezes no mesmo rio.Por quê? Porque da segunda vez não será o mesmo homem e nem estará se banhando no mesmo rio(ambos terão mudado).
    Os GREGOS acharam essa concepção de Heráclito muito abstrata,muito unilateral.Chamaram o filosofo de Heráclito,o Obscuro.Havia certa perplexidade em relação ao problema do movimento,da mudança.O que é que explicava que os seres se transformassem,que eles deixassem de ser aquilo que eram e passassem a ser algo que não eram? Heráclito respondia a essa pergunta de maneira muito perturbadora,negando a existência de qualquer estabilidade no ser.Os gregos preferiram a resposta que era dada por um outro pensador da mesma época: Parmênides.
         Parmênides ensinava que a essência profunda do ser era imutável e dizia que o movimento e dizia que o movimento( a mudança) era um fenômeno de superfície.
           Essa linha de pensamento-que podemos chamar de metafísica-acabou prevalecendo sobre a dialética de Heráclito.
           A meta física não impediu que se desenvolvesse o conhecimento cientifico dos aspectos mais estáveis da realidade(embora dificultasse bastante o aprofundamento do conhecimento cientifico dos aspectos mais dinâmicos e mais instáveis da realidade) .
       De maneira geral,independentemente das intenções dos filósofos,a concepção metafisica prevaleceu,ao longo da história, porque correspondia,nas sociedades divididas em classes,aos interesses das classes dominantes,sempre preocupadas em organizar duradouramente o que já está funcionado,sempre interessadas em "amarrar" bem tanto os valores e conceitos como as instituições existentes,para impedir que os homens cedam a tentações de querer mudar o regime social vigente...
      A CONCEPÇÃO DIALÉTICA foi reprimida,históricamente: foi empurrada para posições secundarias,condenada a exercer uma influencia limitada.....
       Espero com esta "introdução" clarear um pouco os olhos desses que por aqui passarem de leve de muito...e que antes de depositarem suas esperanças nos Patrusis e cuscuz da vida reflitam históricamente sobre o presente...
                                                           W.Dimas Marques.
                        ( Fonte:Oque é dialética de Leandro Konder)
     

sábado, 21 de julho de 2012

SOBRE OS QUE VENDEM SEU TEMPO, SALARIO,PLANO ODONTOLÓGICO E A VIDA BASICA

A rubrica de todos os milhões espalhados em pontos jogados de todo pais e a aquele horário ia no decorrer do amanhecer se tornando o da impaciência,irritação uma febre de dentro ao si perguntarem com o olhar " Cade ele?!..."  um interrogar sem pronuncia cheio de apreensão e presa,uma presa a fazer o que?!...
        Bem, a resposta a minha resposta eu não posso me permitir em transmiti la em menos de trinta linhas,se a sua presa for outra leitor(a) seria melhor interromper sua leitura logo após os trés pontinhos que chamamos reticentes...

                  " Cade ele?!...lá vem ele lotado cheirando o seu cheiro que é o cheiro de todos impregnado em tudo,açoalho prateado,parafusos,ruelas,em quem entra com aquele olhar o dos já cansados e que inconcientimente sabem,que iram vender seu tempo de vida por muito pouco um quase nada do todo ainda escuro embarcão todos eles,deichando-se levar por um negreiro-bus a trés e setenta e cinco a passagem...
                Lá vai ele que seguindo linhas mal traçadas,região metropolitana sentido centro,e o que ele leva e trás de volta apesar de só a carcaça e gente,mesmo que olhando assim,assim  de perto não pareça eu reafirmo e gente porque eu estive ali...depois de milhões das vezes e o lucro que gerei ao girar a roleta não ouve um dia que não tenha me exigido a ação coletiva de todas as forças para ali não ficar...
        De ir criando o seu acento favorito o condutor predileto de ir ficando e ficar como ficam os bichos que com fome comem,defecão e chagado o cio gozam e gozam apetecidos pra procriar só pra gozar de novo e virar cada qual pra seu canto e dormir...
        E eu vivendo bem mais que os noventa dias do tempo da experiência,era eu como era eu lá no inicio olha...do meio ou sentado lá atrás,buscava enchergar além do que espera toda uma classe,detalhes que ontem eu não,só por ser ontem e não hoje o dia em que sacamos na boca do caixa rápido algumas doses do feitiço e enfeitiçados andávamos por ai com um sorriso sempre nascendo e morrendo na boca,no dia do pagamento....

domingo, 8 de julho de 2012

A MEIO DEDO DA TERRA

                                     O indicador direito em riste,ordenado e claro por mais uma vez por mim,adentrou até as duas linhas de seu meio,uma terra úmida se fez sentida por meio desse pouco de pele adentrado em terra cuidada por minhocas epiléticas,o que lá entre elas não era disfunção na ripombeta da parafuzeta dos ligamentos do sistema nervoso não,era a escolha certa de um existir sem si abandonar.

Diferentemente vivemos nos aqui em cima a deichar passar despercebido a imagem por trás do emoldurado em tinta e tecidos, olhos,o som que faz o caule das folhas a anunciar as formigas predispostas que é chegada a hora de colher que a chuva já chegou m cheiro...

                                        Enquanto ainda que nós não sentimos,desejamos e o desejo de hoje amanhã não nos serve mais, porque não temos mais o tempo do  deichar madurar, e enquanto for assim nunca ninguém vai ouvir o cântico de gratidão que fazem pela manhã as flores a si entregarem abertas em suas tantas cores e formas intimas não,flores ?! que flores?!...
                         Eu, eu mesmo me atirei a imensuráveis meio dedo da terra,de toda essa terra mal cuidada em regras tortas,  terceirizada,onde nos fazemos mão di obra escrava seja na obra trepado em andaimes sujos de massa ora nos palcos do aplauso do pão,do calcanhar rachado da canela russa terra enterrada,concretada em lapide de estradas em preto e branco eu,eu me atiro ainda que manco ainda que eu depois da esquina no meio de um dia desses fraqueje e me perca em dois minutos de um século...
                 Pra só depois, de um mais tarde imprevisivel o desprendimento se faça sincero,pleno,depois de todas as vidas que tive e o que delas fiz...eu semente a me atirar em cova raza só pra renascer mais depressa,irrompendo em outra terra,pois sim será outra terra passado por nós o tempo necessário,o de agora em terra seca, úmida...
                                                            
                                                            W.Dimas
                                       08/07/2012
 Dedicado aos amigos da jornada, da correria pra cima, aos que vivem de nariz ralado,porque o caminho estamos sabendo é estreito...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

AREIA,CIMENTO, BRITA E TUDO AINDA QUE MOLDA O HUMANO

Texto de numero 100 cem textos sobre tanto e quase tudo,tenho sempre essa sensação, e sobre o que?...e até que num de repenti você senti que vem chegando a vontade a necessidade de si escrever sobre esse algo que vai crescendo sabe  se lá onde aqui dentro...

  Machado de Assis ao anunciar em seu livro de reunião de contos, explica o porque do titulo...

                                                      ADVERTENCIA

"Uma casa tem muita vez as suas relíquias as suas,lembranças de um dia ou de outro,da tristeza que passou,da felicidade que se perdeu. Supõe que o dono pense em as arejar e expor para teu e meu desenfado. Nem todas serão aborrecidas,mas,se o dono tiver cuidado,pode extrair uma dúzia delas que mereçam sair cá fora ... "

                E por ai vai, e começa... Mais aqui estão cem textos,vividos intensamente em tudo,os só imaginados e imaginados com toda força que lá realmente me coloco,sinto,coisas expostas ao sol... agora ao texto.


               Areia , Cimento e Brita, tudo ainda que molda o humano 


Um homem,pareci um homem, será o homem , lavem qui vem di longe vem ele o homem  animal estrupiado bipolarizado enchendo de lá pra cá de entulhos os restos pesados e mortais di obras inacabadas,vai chuchano na carroça adentro de seus dias por onde ele i só ele vai ter que puchar...

Eu aposto que é ele quer ver?! o...o intervalo que da um arrastar de uma chinela e  outra, eu já conheço,até o jeito que balançam braços cruzando ruas por esse amontoado de coisas organizadas em bairros,viadutos e veias de vielas entupidas de um sei lá oque,que eu nem queria mais trouxe ta ai se quizer,pode olhar imitar...

Que é tudo areia,cimento,brita e pixe o concreto quando em forma de palavras pode ser duro e doer di dor sem pressa em seu proferidor a dor e o homem sí pertencem...

Sí existe um existe outro,o homem, aquele que di longe até que parecia,talvez por isso é qui ele si mantinha a uma certa distancia....

 Afinal eramos ainda da especie humana os mesmos homens de antes.

                                                                                 Warlen Dimas Marques.
   

        

                                        

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Cena dois - " Terreiro do Caboclo Trotskista,a luz da espiral "

Pasado algum tempo na realidade desses dois,em um outro mês a cena retoma como si fosse realmente outro dia...
 Era ele que seguindo as orientações de seu terapeuta pasara a ter como digamos terapia " alternativa" idas semanais a um terreiro de Umbanda próximo a sua casa,como um complemento auxiliar a terapia que si submetia uma vez a cada trés meses já que si consultava pelo sistema único de saúde o nosso sus... Chegando depois que o portão bateu,usava uma calça jeans clara e bem mais clara sobre as cochas,e que a escova de roupa era nova comprarão naquela compra sitada no texto anterior si lembra?!...
   Vestia uma camisa lilás ,debaicho do braço direito um livro di capa vermelha e uns penduricalhos no pescoço que ela não tinha visto antes nem reconheceu,já que ela ainda ali fazia, o que quase sempre fazendo ainda muito pouco o que realmente queria...
  Então como que foi hoje?!...Perguntou ela antes de encher seu segundo copo desde  que chegou apanhando a toalha depois do banho e lavar alguns pratos da janta di ontem...
 _  Foi sensacional!! teve dança teve até pipoca doce...e todo mundo deichando mensagem,o terreiro tava é cheio viu...
olha mensagem que recebi e traduzida adivinha de onde?!...
_Anão! traduzida da onde?! anda fala vai...
_Do Russo,di um caboclo que teimo  ter vivido lá na Rússia na época em que eles tiverão lá uma revolução,que foi chegado de um tal de Maxi,Marx não sei...
_Cabloco Russo?! ce ta mi zuano né?!kkk ondi é qui já si viu isso?! ce volto a tomar remédio alopático de novo?!...
_Qui mane remédio oque...olha lé aqui ó toma lê ai vai...
... " Olha asunse tá buscano a verdade sobre oce mesmo né meu filho?!...sunse tá cansado mais tem amor tem teimosia to torcendo que de tudo certo viu?!...Dialeticamente falando,nos dois sabemos que tudo esta na mais perfeita das tranformações,disso vos miçe e eu sabemos, sabemos também que um homem ao tornar a pasar pelo mesmo rio nem ele nem o rio seram os mesmos da primeira vez... ao ver o ceis, eu ser desperto de meu real estado vou me diagnosticando de segunda a minutos de segundos vou vivenciando e morrendo em milessimos de segundos antes mesmo do despetalar completo das damas de esquinas da noite das margaridas lá no centro da praça revitalizada pra  população de desencarnados os que já fisicamente si decomporam e ganham velas e flores todo ano,todo ano são lembrados por nós eu você entre eles estamos nos,que vagamos por horas a si consumir em saites de um tudo que di vera não é nada mais tudo que em horário comercial não nos permitimos admitir pra ninguém...
    Que além do ferro e as fibras do carbono dos carros além,de tudo qui é do nosso agrado dos sentimento di desejo rastero a intupir boeiros de vida,egoismo,vaidade,orgulho ainda reinam, não qui tenha que ser nessa ordem...
        Por sobre as ordens de quem vos misse tem si deichado passar seus dias?!...    ( obrigado por essa visita)

                                              W.DIMAS

quarta-feira, 30 de maio de 2012

CENA I - " OS CARAMUJOS CYBER-PUNK´S EM..APARENTEMENTE AINDA MEIO ASSIM

_Parece que vai parar de chove né?!...
  Ele caminhou até a janela abrindo- a um pouco ficou calado olhando pra fora mas como que só escutava,ela continuou...ta com cara que lá fora vai fazer um tempo bom,di cara boa,vai virar depois desse aquaseiro de coisas um dia bunito né?!...
_Eeeeee...foi tudo que disse uma longa e arrastada vogal que só terminou quando se sentou no sofá novamente ao tempo em que ela voltava a falar...
Sera que ainda temos lenços em casa?! me lembra de por na lista eee pasta di dente também,essa que esta ai e a ultima...eu estou ti vendo?!nossa eu vejo você! vejo você e parece, me parece que vejo pela primeira vez,será porque ontem eu limpei os espelhos e eu me lembro de ter escancarado as janelas cá de mim no dia daquele tempo onde parecia vir a se tão bunito...
_Cade minha cueca?!aquela box preta desfiada cê viu não?! eu tenho essa cueca desde 2008...será que ele virou o sesto di novo?!...ontem foi feriado ne?!i di que mesmo?!...o,segunda e dia de terapia,eu to até gostando sabe,é bom,muito bom acho que todo mundo deveria fazer ter acesso,ser tipo requisito obrigatório pra ganhar...alias deveria ter uma "Bolsa Terapia"cê num acha não?!hein?!...antiontem eu, me sentindo muito avontade contei assim,muito naturalmente que venho usando drogas e sabe oque meus terapeutas fizeram?!...
_Não oque?!
_Buscaram me convencer a usar outras drogas,diiii outras marcas,outras cores,formas,cada qual com sua verdade em sete vezes sem juros e eu ganho dois messes grátis se indicar um amigo,vou ligar o computador,cade o computador?! ae me esqueci que vendemos...
  Terminando o que lá fazia do que fazia todos os dias em guase sempre aquele horário,ela si sentou ao seu lado conferindo-lhe o tamanho das unhas dos pés...voltando a falar meio que pra si,meio que pra ninguém...
_Ontem antes de estarmos aqui foi tudo tão corrido né?! e antiontem também,igualzinho...cê num acho isso tudo meio estranho não?!...
_Meio estranho oque?!
_O dia de hoje ser tão igual ao di ontem,o dia que esta passando,você as vezes vê tudo,mais ta tudo lá...longe distante,tem dia que eu acho que estou com alguma coisa aqui dentro o...na cabeça, acho que ta tudo tão estranho...ontem eu sonhei que assinava um contrato com extra terrestres que me abduziam como que um trabalho por aqui de segunda a segunda eles me levavam pra um outro lugar...quando acordei me lembrava ainda di tudo,chero,cor uma sensação de ter vivido algo tão bom...algo que esperei como naquele dia que não veio...que dia foi esse?!..._Outro dia eu estava assim,desse geito...uma dor na cabeça,agulhada no estômago uma dor em tudo,uma vontade danada de parar,simplesmente parar...talvez era a poca umidade esse abafamento todo entre nós você não percebeu?!...o tanto de mentiras que inventamos,parece brincadeira de quando eramos pequenos,só que fingimos ser preciso ter para sermos sei lá,felizes...eu cada dia acho mais que agente continua sempre brincando,brincando de banqueiro, de cozinha, de homem bomba carrinho di friquição..."Eu vou ser o moço três vezes formado em uma ciência exata que me pague bem!!e a felicidade?! a ela vem depois..."acho que no fundo,por detrás de tanto" parecer" somos assim...
_Nossa...será que eu sou, será que eu tenho sido igualazinha minha mãe!? si ela foi igual minha avó em tudo,sem tirar nem por...ai será que eu do conta de ser só eu meu deus?!...outro dia eu vi você...
_Com certeza não era eu,que dia foi?!
_Outro dia...
_Não era eu,eu quase não saio.
_Mais era tão parecido esse você que vi,você falava alto ria muito e alto também...
_E e pode ser, eu to mais expansivo de uns tempos pra cá,mas jamais do jeito que descreveu, meu sorriso predileto e aquele que nunca mostra os dentes lembra?! algo assim...ah!! e depois sempre dou um muchocho é quase um vicio meu hum...
                                  ( continuo isso se amanhã vir a ser aquele dia que rs...)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

KAFKANEANDO NO ALTO DA LAGE

" U m trapezista - sabe-se que essa arte praticada nas alturas da cúpula dos grandes teatros de variedades é uma das mais difíceis ao alcance do homem-havia,a princípio apenas como um esforço em busca do aperfeiçoamento,mais tarde também por um costume tirânico,ordenado sua vida de modo que,enquanto trabalhasse em uma única temporada,pudesse passar dia e noite em cima do trapézio. Todas as suas necessidades,aliás muito pequenas,eram atendidas por empregados que, trabalhando em turnos,observavam lá de baixo e faziam descer e subir,em vasos construídos para esse único fim,tudo o que fosse necessário lá em cima. Esse modo de viver não acarretava nenhuma dificuldade significativa para as pessoas que o rodeavam,apenas incomodava um pouco,durante os outros números do programa,que ele como não se podia deixar de notar,permanecesse lá em cima e que apesar de quase sempre se manter em silêncio nessas ocasiões,de vez em quando um olhar da plateia se desviasse em sua direção.
Contudo,os diretores perdoavam-lhe a falta,pois era um artista excepcional,insubstituível. Todos também percebiam que o trapezista não vivia assim por capricho e que só assim poderia manter-se em exercício constante,só assim poderia resguardar a perfeição de sua arte....
                                                                                       Trechico de Primeira Dor de Kafka- do livro Um Artista da Fome....necessário e  um certo modo compôs também o texto que vira daqui pra baixo...manda vé enquanto ta quente....                         KAFKANEANDO NO ALTO DA LAGE

               Ao chegar em casa e depois do banho digitar meu nome na maquina,nada vai encontrar,nem mesmo as referencias pelo simples fato deu não estar ali em sentido de arquivo nenhum,sem recados,fotos tudo deichado a breu e di molho a tanto tempo que a água deichou de ser,as portas e janelas foram serradas,portão a cadeado,mato crescido inevitavelmente em reação ainda natural como de um lugar somente.
        Onde as vezes se perdem ou si deicham pelo que será interpretado por uma maioria como..." Aquele lá coitado,si perdeu...".
        Onde já eu ali estirado a rede,descansando copos de uma limonada Suiça hummmm eram os primeiros dias depois que saquei fundo de garantia e os quase doze messes onde quase sempre atrasado batia meu ponto vestido de um azul já desbotado, de tanto que usou oque no primeiro dia me desejou sincera boa sorte...
        Mais agora eu alí estirado,descansando o peso de meu corpo mal nutrido e ainda sim explorado até seu ultimo sopro,sugado por guase um ano de uma vida quando não são todos...sem nem ao menos convenio medico e odontológico pra que eu possa responder desde o primeiro emprego de carteira assinada ao primeiro que me perguntar... Ai paga bem lá?! no que responderei, num misto de ostentação talvez revolta em apenas dois messes,resignação passada o tempo da experiência e a efetivação eu poderia vir a responder completamente alienado e satisfeito...Ah! o salário não é lá essas coisas não mais tem o plano di saúde que já ajuda né...
        Não tinha nem isso esse lugar antigo  por estive antes,até que não aquentei,mas não por isso,não pelas dores no corpo que si recupera depois de uma noite mais por algo mais intimo ainda depois de tanto tempo do nocaute das palavras ditas,eu sabia na real os porquês daquele meu estado febril e não foi porque fui ao quintal depois do banho nem pelo pé descalso e a cara na geladeira de dez em dez minutos naquele abrir só pra ver o que tem dentro...
        Estado tão presenti e solicito que por vezes não sei quem era arrastando o chinelo as trés da manha batendo portas com o radio do celular ligado no auto-falante tocando Marina Lima,pintando quadros de pouca cor.
       Outro dia eu botei a cabeça pra fora da janela e vi di longe um vulto na lage do vizinho da frenti olhando a lua refletida nas poças d água aqui e ali,ouvindo o que si escuta só di noite eramos nós tomando um trago antes de dormir,sumir de novo cada qual pra dentro do que é seu ou emprestado,alugado barraco ainda só no reboco você enchergar o que quiser nas paredes onde a massa fez raiva pra fica...
       As cartaz enviadas continuaram a voltar com a mesma justificativa, pelo simples fato di eu não querer ainda ser encontrado....
           
                                                                                        W.Dimas Marques - 15/05/12  ás  23: 43

                






terça-feira, 8 de maio de 2012

Da familia que não me lembro...Seu Leontino Dimas,meu avó

...CLaro!oh! se eu pudese escolher si tiveci assim na minha mão oh!!oh!! eu num tava aqui e di jeito nehum,manera que tava eu e a veia é queto sussegado embrehado nos dois numa roça dessas num meio desses mato ainda sem dono purque tem ainda tem muito mato sem dono tem... e so não desisti assim em pocas legua i ir embrehando né?!embrehando,embrehando pra vida a fora busca o costume di te os dia e as ocasião di busca  o pucadique do quere di festas...

 Esse é so um trecho do inicio de toda resposta que durou em seu todo quase uma hora ou mais,e que me foi dada por um sehor que ninguem nunca soube com certeza afirmar onde ele morou soube,nada so como pediu para ser chamado, " Leontino Dimas " e lhe estendia uma mão de dedos magros,compridos...
 Seu Leontino era um sehor dos seus setenta e poucos anos pele seca repuchado de  sol, ele era um catador de papelão o que segundo ele era para enteirar na aposentadoria,as vezes ele pasava por aqui com uma montaha de papelão de quase dez metros no carrinho que puchava pra lá e pra cá subia as seis e sempre decia lá pelas oito da noite isso era todo dia exceto feriado santo ai ele também nunca apareceu...ouve uma vez que não sei quem aqui do bairro perguntou pra ele depois numa segunda si ele era muito religioso no que ele respondeu sempre muito tranquilo... Olha,ele começou eu já fui mais sabe?! di uns ano pra cá eu ando acreditando mais e em deus viu... hoje tudo virou os negocios do homem né?!...
    Teve uma noite que eu voltando  de onde não me lembro mais encontro com ele parado debaixo de um poste o carrinho arriado e ele meio que dependurado por uma das astes da carroça...Aconteceu alguma coisa seu Leontino?,sempre! sempre está acontecendo...eu vi que aquilo seria outra longa conversa em resposta olhei a volta buscando uma pedra um caixote pra fazer di banco encontrei um tijolo...
 No meu caso,proseguia ele,oque acontece e qui eu to aqui pensando no meu oficio sabe? nas pessoa qui agenti encontra sei que tudo e da vontade di deus mais tem dia que eu evitaria de bom grado todo o constrangimento que sinto guando pucho meu carro ganha pão por ai por esses bairro que di nobre só o nome e olhe lá! eu nesses ano todo  nunca vi homem perfeito desse mundo não,to pra ve também mudano o asunto,e genti mais perfumada que essas desses bairro caro,es pareci teme o suor tanto guanto espiritu trevozo a luz...
     Eu fiquei olhando pro carrinho cheio umas molas dependuradas uma enceradeira uma boneca suja todo um amontoado de coisas que eu nem sei, eu olhava di volta pra ele e o olhar já não era o mesmo que o via eu,eu caminhava com ele por esses lugares eu estava em seu,sintia o que sentia,ele continuou...
   Olha,não sei si é por causa da idade ou ignorança minha mesmo ou os dois ! mais sei que nu meio de tanto cheiro caro eu sinto e forte de chega a mi doe a cabeça e o cheiro de orgulho,vaidade essas coisa ainda estão não so nessa gente mitida a besta não,esses sentimento ainda nos governa por dimais e muito viu?!...e olha pensando nas volta que dou por ai, eu num troco meu barraco meu cantopor todo esse luxo não,prefiro o lixo na porta as gotera na telha,outro dia minino,uma sehora dessas que faz tudo quanto a di cirurgia pra parece mais moça,ela mal botou o olho em mim e ja foi se agarrando a bolsa que mais parecia uma muchila di viaji de tão grande mais oi proce ve,depois que ela passou fiquei pensando cumigo será que ela penso que eu nessa idade iria lhi toma a bolsa e sai correndo nu meio dus carro igual os mulecote du centro?!e di rir...mais hoje eu aceitei que é também pelo reflexo do vidro escuro dos carros que nos reconhecemos ainda como iquais os mesmo primitivismo no que pensamo,no que falamo uns com os oto,oque fazemos ca com a gente cada qual di nos com suas particularidade e aqui fora com o que é da sua mesma raça dois olho boca duas perna iqual você, e nesse eu mi aceitando aceitei esse mundo aceitei e não quis mais mudar ninguem,agora até chega esse dia isso quando chega,pra mim foi como mi tivecem trocado os olho ce ve que o mundo não é so isso...

  Quando por acaso pasei meus olhos pelas horas só na terceira vez acreditei que já beirava...
  Nossa!já são quase meia-noite!!...
Nisso seu Leontino já si enterrompeu preocupado exclamando...eu vo da um chego lá em casa já é quase outro dia! já e quase outro dia, durmi um poco enguanto é noite...
 Seu Leontino Dimas si foi....

  Meu avó,Leontino Dimas também já si foi lá pro lugar de seu merecimento antes que eu tivese tamaho pra quardar na lembrança a sua imagem... mais com esse texto eu lhe dou forma eu escrevi buscando a cada palavra mi responder...Si meu avó estivece aqui ainda vivo eu gostaria que assim...

                                       W.Dimas Marques.










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sexta-feira, 4 de maio de 2012

DO QUE FALAM AS COISAS


As vezes pareci que em tudo há um som, que nada está ali inerti desprovido de energia,mudo...
Existe no silêncio uma harmonia uma sinfônica insesante das coisas do mundo,e no silêncio do verbo onde mais se escuta...


"Além da floresta de ácaros em meu sofá vermelho claro de poeira e toda fauna estranha a rastejar arisca pelos cômodos em cinza de todo segundo andar, dois quartos,sala e onde será o banheiro ainda inacabado guardamos tralhas que sempre achamos que um dia vamos precisar e a coisa vai ficando lá...se tornando invisível aos nossos olhos que no decorrer dos anos vão si deichando tomar por uma especie de incredulidade deicham de ver...

Ligado a tomada o tubo de imagens me dizia a todo momento que a reflexão das coisas do dia são uma grande perda do meu tempo,por que semanas forçando os olhos em busca de achar outras influencias em livros?! por que esse querer si ouvir na recusa em falar?! esse silêncio...

O estalar do punho e dedos a língua seca passeando pelo céu da boca o som do cair de algo que não si vê os vidros que tremem o guarda roupa que estala o cão que lati respondendo ao latido anterior ao seu por simples educação talvez o deslisar da esferografica sobre as folhas do caderno guardado pra noites em que estamos assim...o desejo é o di só ouvir...
                                                                                 W.Dimas M.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Da parte baixa do bairro

 Ela foi ser puta em uma zona lá no interior...me respondeu assim jogado na lata e com tamanha satisfação e uma cara de quem tá pensando..."O maluco tá chocado nu!!...". Olha que eram até amigas tiveram seus filhos uma,esta que perguntei tinha sua filha já adolescente que lhe dera um neto não tinha muito tempo,minha amiga um menino que me disse outro dia que queria ser medico quando for adulto...e medico de que?! eu perguntei pra ele, pediatra?!...
    A não pediatra não nem fica cuidando de criança chorando eu quero ser medico pediatra não...

   As lembranças de quando eramos nos as crianças  ela desde sempre magra e lembro dela na escola onde os meninos lhe enchiam de apelidos como..." Oh! lá vem a cabelo de palha! lá vem Olivia palito!qualé magrela!!...".
    Cheguei em casa ainda pensando nisso a comida em meu prato  ia ela esfriando até que gelou eu seguia lembrando chegando os pensamentos lá pelos dias da adolescência todos um pouco mais crescidos, ela quando brincava de " cair no posso" quando escolhida não era nunca passeio na roça di mãos dadas abraço apertado não, nada disso,era um beijo chocho protocolar no rosto...um vamos passear na floresta di dez passos constrangidos  voltou e pronto ela si sentava sorrindo toda feliz...
   Eu por estes dias de lá atrás já havia me iniciado no cultivo de minhas angustias e medos que alias não eram só meus,mais de toda a galera que variava ali pela mesma idade...quando o mundo pareci que si avoluma da noite pro dia,novas obrigações,novas expectativas as suas e dos seus,novas necessidades que si tornão básicas...
   Até que si passa um tempo a acho que inicio de dois mil,acredito que essa minha amiga tenha percebido oque são os olhos e a expressão de todo o rosto quando são de intereçe, daquele antigo,e por consequencia do que viu sentiu também como algo inédito o que em pouco entenderíamos como desejo,tesão pegas pelos cantos da cidade as festas por qualquer motivo eram sempre pretextos...
  Já o intereçe por ela vinha de um cara um pouco mais velho que nós ele morava na parte alta do bairro,e curiosos engraçado essas coisas de bairro de criar guetos dentro di guetos..." Oh! num comenta com minguem não,mais lá embaixo so tem bandido e puta..." enfim,sei que os dois começaram a si encontrar nas festinhas,boates,motéis...o termo ficar ainda nem todos principalmente os mais velhos entendiam do que si tratava..." Ficar?! ficar oque?!...
       Começaram a namorar num final de semana tudo muito intenso e rápido,ela foi si soltando de tal modo pra surpresa dela e de todos,talvez depois de si sentir desejável de gozar por sobre suas qualidades físicas depois de si sentir mulher,bonita,magra e sentir o quanto seus seios recebiam atenção toda especial,só pode concluir o que era mesmo fato,seus seios eram lindos...e ela os exibia ao limite do vulgar.
            Mais ela alguns messes de namoro traiu seu namorado e pior com um grande amigo dele que gritou que fumou e bebeu até fingir que não estava nem ai pra ela, mas estava e estava bastante,tanto que voltaram,ela engravidou do que seria e é hoje um menino com os olhos tão inteligentes e que quer ser medico,será que ela sabe?!...
     Eles viviam como vivem qualquer casal que si junta assim as presas em tudo até que dentro dos altos e baixos quando o que existe não vai lá muito bem, ela em uma  dessas fica com outro ou o mesmo antigo amigo e depois com outro e outro,outro,outro e pronto era ela a mais falada de todo o bairro,eles terminaram em definitivo.
       Mudamos todos também,acho desnecesario transcrever aqui os anos que vieram depois,nos di lá pra cá viemos cada qual vivendo simplesmente e vivendo nos tornando quem aqui hoje estamos...


                                                 W.Dimas


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Em quase meio do Abril do ultimo ano

Era  quase meio de abril daquele ano em que falaram tanto que tudo iria si acabar em água,enxofre light e fogo onde enfim, tínhamos já data e hora pra enchergar cada qual seu Deus seu Nada,por ser o tempo de colher intransferivelmente inadiável já que tudo se finda,a vontade consome a si em desejo di vida curta que só existe para ser saciada dentro de um outro tempo que é o chegar di um dia em que não suportamos adiar,transferir,delongar em milongas o que já damos conta a um tempo que chegou sem ser notado...
Eu ja me sentia morto bem antes as luzinhas se acenderem como as crianças em seus sonhos de presentes vindos de sei lá  aonde...bem morto antes do nascer de qualquer arvore das grandes multi nacionais,e o que será que será eu não duvidas de ser e será merecido de ser...tudo é pensado antes de ser ondulações sonoras,de ser compartilhado tuitado e retuitado texto di blog...
Enfim chegara depois de décadas ele, meu conceito di tempo me levava a certeza de e estar em mim o tempo que me absorvia era eu despido di tudo,tudo por inexistir a vontade de ter eu só queria ser um pouco mais de meus potencias evolutivos,eu não queria voltar eu queria estar morto,esquecido mal visto,maltrapilho,mais sendo um pouco mais do que quero ser...
E pra isso que temos voltado tanto não parece?!, sendo homem ,criança,mulher,velho matéria que apodrecera antes do tempo do renascer em vida...

terça-feira, 10 de abril de 2012

" EM ALGUM LUGAR DA BAHIA ANTES DO CINE REGINA "

Em algum lugar da parte baixa da cidade acho que lá no inicinho da Bahia antes do antigo cine regina, eles entraram afobados no numero...
" Entra! entra logo...tira os sapatos eu acho que ainda não percebeu o quanto estão enlameados,nossa por onde você tem andado?!...ta com um cheiro di sei lá oque deus que mi livre...mais ele deus não vai executar as decisões que são nossas...podi pedir eu também to com fome...do que eu estava falando?!...

Volta com os panos pra greta da porta não ta vendo que eu to delirando já di febre,é um incêndio que queima frio e assim du nada em ardendo di dentro pra fora um latejo de inflamação tão forte que doí fora até du corpo que grito eu do um grito no meio da noite di escrever sete paginas sem despolsar a caneta das linhas azuis...chega! tem algum anti inflamatório ai?!, chega di ver em tudo poesia já passa das trés da manhã....

As duas voltas você deu?! deu as duas voltas na chave só por garantia,talvez eu tenha herdado isso de voltas do meu pai...eu calado debochava tanto dele pensando comigo " Será que ele pensa que agora está mais seguro mais trancado?? ",ele era tão reservado em si...talvez eu só queira me certificar di qui tudo vai ficar lá fora...
Lá fora,todo esse universo de pensamentos emanando dia e noite energia caustrofóbica que nos quer castros,insensíveis carência elevada ao cumulo onde qualquer minuto a mais de carinho si torna no que apenas senti ser o amor di amar plenamente oque não existi...será que é essa a nossa realidade?!...

E aqui agora si olho pra você passa a ser só nos dois e nossas mil intenções de que este momento aqui se espanda além das barreiras de tijolos,areia,orgulho egoismo e concreto,onde tudo é mais leve e as pupilas se dilatam em potentes satélites a ver vislumbres de um outro andar de existência paredes claras e uma luz intensa que abraça a todos os cantos de nós...

Mais meu deus aconteceu di novo...que lugar é esse?! o que que eu estou falando??!....e pra quem?...

E já era pra lá di meio dia do dia seguinte quando o vi sair e sozinho...subiu a São Paulo nunca mais o vi...

                                               W. Dimas Marques

domingo, 25 de março de 2012

DI QUINTA A DOMINGO AS OITO HORAS

Sua matéria ia tomando forma,o vulto do que discretamente insinuava a ser um homem parece que vinha de uma chacina alá, Quentin Tarantino saca?! dentro da ainda inevitável mania  adquirida pelo hábito de  olha assim,assim e vai julgando...acontece que eu acho que ele não esta mais si preocupando em esconder o cansaço que sente,ta doendo ele naturalmente como o animal que ainda é, só está sentindo e pronto,a dor é dele eu tenho as minhas você a sua...
   A muito mais tempo que parece  deu di ombros,não percebe como si deicha levar pelos braços?!...que vão saculejando pelas escapulas de sarjetas de um tudo quantu á !!... confirmando pra quem quiser olhar seus sapatos enlameados, único par  seja  qual for a ocasião...

Seu olhar ia baicho até o breu das rotundas di poeira antiga,vinham que vinham  como quem vem durante anos tomando folego deichando se levar noite adentro em um mergulho abismal sobre qualquer superficíe reflexiva, até mesmo  seus olhos...

  Pra num de repente, pois o tempo era o dele que parou,destrancou,abriu,fechou a porta descansando o que trazia nos bolsos sobre um mesa de pedra branca,desvestiu o casaco encabidando o na cadeira que rangeu bem di leve sua intimidade com os pregos que lhe sustentavam sua forma,identidade...mais isso ele não ouviu nem vem ao momento porque seus olhos enchergavam um outro lugar não ali,com a obrigação sempre mal remunerada de fazer sorrir...
E fazia, toda noite ali do lado do campinho de quinta a domingo de oito as dez,tem o anão galã,monociclo,bailarina na corda bamba,pipoca tem até atirado di faca...
Mais o seu sorriso sempre tão aberto,e tão igualmente pesado, mais tão pesado lhe exigindo toda noite a entrega de todas as forças como si ele sozinho erguece todo o circo em seu riso...

                                                                   W.DIMAS

segunda-feira, 19 de março de 2012

OUTONAR A SER

 
             Sobre o tempo em Outono...

O chegar de um frio sentido pelos pés era eu acredito, o prenuncio do que sentia já lá atrás em meio as flores que a mim já incomodavam o cheiro excessivo, erá já ela, era ela a colheita que chegara e se fazia inevitável...
Assim como as conseguências das sementes atiradas quando me travesti em ramo seco e espinhos, eu não supunha o peso da carga que seria só minha por tanto tempo, tempo que parece lento de proposito quase parece sádico...pois si tiver ele estes gostos será muito bem servido já que aqui prolongamos tanto nossas dores a alta da ala do que a em nos di pior... em um estado de grave enfermidade di alma e corpo vamos adiando, ainda que cada um tenha seu tempo, este está sempre independente da velocidade em que fazemos nossas escolhas, ele caminha desde o primeiro choro para o fim de seu tempo aqui...

 Acho que por isso, por isso alguem nos deu o outono como quem da alguem que ama um vaso di flor que é vida as oportunidades de si renascer em vida são sutis e naturais como o suceder das estações que passam pela gente sem pedir licença,solicitação formal de amizade não, é tudo muito mais simples.
E sob a vivencia destes dias di chuva que vem de repente de dias de convite a si enfiar debaicho de dois cobertores você e  pensamentos que parece qui nunca si vão di todo,sempre existindo algo a ser dito ou esquecido,um filme a escova de dente a saudade daquela barata predileta, a que sempre lhe aguardava tarde da noite na ida ao banheiro, tornara se justificativas fantasiosas de um ressurgimento pós dramático porta adentro,pagina que di tão insegura se recusa a virar...

São dias que a lingua invernava cansada dentro da boca e quase não saiam lá de onde nascem as palavras, eram dias de quase sem som,o silêncio só quebrado muito pelo desprender das folhas e seu pouso no chão,eu me fazia quieto.

Em dias assim por aqui em baixo do meio de Março a quase fim de Junho será Outono onde a colheita e intransferivel e ao fim também das primaveras podem ocorrer mudanças fora da folhinha,que o sol do verão que vem pode ser sim diferente do ultimo,as lagartas si deicham levar pelo que sentem ser o certo, e preciso outonaraser e aceitar que é tudo muito mais simples

terça-feira, 13 de março de 2012

DESPUDORADAMENTE LIVRES ENTRE OS LÁBIOS - O VOCABULÁRIO DE TRÉS PAGINAS DE MINHA MÃE

Não é que hoje olhando assim de uma certa distancia de cinco sete anos atrás existi uma certa beleza ou melhor, era sim muito bonito e delicado aquilo tudo que vivemos,olha...

As palavras como eram exóticas em um erotismo verbal,palavras,gírias todas já em desuso se sobrechegavam sem o compreendido
 medo de não serem entendidas...

Despudoradamente livres elas se insinuavam molhadas por entre lábios,elas iam e vinham em meio a fumaça dos cigarros tragados compulsivos de tal modo que as flores de um jardim que existia ao lado de nossa favorita messa de canto já não tinham mais o mesmo cheiro, azaléias,rosas,tulipas e até mesmo as margaridas já exalavam um leve cheiro de tabaco, adubadas por nossas bitucas fumeguentas...

Entre nós o silêncio perdia toda a força de constrangimento e si tornava domado e treinado era uma ação precisa, uma poesia em gestos pensados,olhar quase neutro um haicai Jápones sem palavra falada ou escrita apenas n´´os um de frente pro outro degustando todo o silêncio preparado sem presa, levado ao forno em fogo brando...

É estranho e tudo hoje tão distante e ainda tão vivo que e ´so fechar os olhos que tudo me vem como si fosse ontem...alguns de nos se não todos,voltávamos a nos refugiar por detrás de pilhas de livros,revistas,descrenças,diplomas,talentos e teorias que justificavam tudo e era isso tudo verdadeiras barricatas covas e foços criando profundas distancias entre nós e outras pessoas que desmunidas de todo este arsenal intelectual só queriam saber como estávamos...

Mi é impossível não lembrar de minha mãe que nas raras vezes que adentrava meu quarto topava ou com um quadro,panfleto de teatro e textos ainda em rascunho pelo chão,ela lia e relia e acho que muito pouco intendia,não do meu modo critico e viciado de olhar julgar baseado na frieza da técnica e só, ela olhava pra mim seria..." Bunito !! "era um bonito tão redondo e lindo ai minha mãe, ela era meu sol nessas horas...
      Viveu toda sua longa vida com um pequeno e simples vocabúlario completa e feliz em toda sua santa ignorância...
                                                  W. Dimas
29/02/12
 Este texto foi inspirado por uma passagem da bíblia ..." A quem muito foi dado muito será cobrado  (  Lucas, cap12 ver: 47-48 )
                                                                
  

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

MEU COPO DESCARTÁVEL ROLANDO SARJETA ABAIXO PORQUE É CARNAVAL

"Here! baracunde cuide Ogum baré heia! baracunde! pressão!pressão eu vou ti dar pressão!são!são!são!é uma pressão danada não me sentir bem tão mal assim...
Mais não pare,não pare não você escuta?!...meu bloco esta chegando e eles não portam  documentos,nenhum nada de nada estão todos nus sujos de lama e são tão,tão felizes porque cantam porque pintão e bordam pra cima e pra baixo alegres por esta Belo Horizontes ainda de tanta estreiteza como os corredores cheirando a incenso de alecrim dos hotéis da Guaicurus, dos nossos butecos com seus banheiros há  cinquenta centavos esse é o nosso carnaval....
E eles estão chegando vejo a porcelana mineira tremer e somos todos amigos que as trés da manhã pagam o que for preciso por uma privada imunda suja como a mão direita do tio do cachorro-quente que acabou de coçar suas partes intimas e tocar seu molho com o anelar....
Mais e dai si é carnaval?! e ninguém passa mal subindo e descendo de bloco em bloco bebendo de tudo de qualquer um que lhe estendi um copo porque é carnaval e não tenho certeza se você realmente me escuta e sempre muito de tudo e muito  alto o Funk fantasiado de sertanejo e vice e versa dançamos enfeitiçados a repetir mantras de acasalamento publico quebrando e requebrando ate o chão!chão!chão!chão!baracunde!!por aqui é e sempre sera carnaval,nada além de quatro dias onde não si dorme noites de fantasias coloridas pra tudo se acabar numa quarta e cinza....

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

DOIS TERNOS MAL CORTADOS PARA HOMENS AINDA TORTOS

Então chegamos,estamos aqui no ano de 2012 números polêmicos e tão cheia de versões no cinema os lucros sempre superam em dez vezes qualquer investimento...
 O ano do fim mais de um ciclo que não teve seu "inicio" a pouco,de agora pra frente só teremos intencificados os confrontamentos entre o homem velho dentro de nos e os contornos da vontade que temos em nós de ser melhor a cada dia e rotineiros ciclos... 
          Retorno a este aterro pra falar da ultima cena que vi no ano que passou a agora pouco porque eu vejo cenas do nascer ao por do sol eu choro e oro em nascimentos dou gargalhadas de alegria em velório encho a cara e ergo blindes tamanho fica meu contentamento...
E é assim,neste elevado estado de alma que lhes transmito essa cena que por um desencadear de " acasos " pude captar essas sutilezas da nossa especie em esse e outros planos sendo que todos se atraveção como um grande cruzamento...

   DOIS TERNOS MAL CORTADOS PRA DOIS CORPOS DE SERES AINDA TORTOS

  Dois postes de distancia,era a distancia entre o que eu ainda vou contar isso elevado ao surrealismo contido nas folha do caderno a minha frente, da coisa de...quatro e meio cinco linhas...
  Distancia contada e explicada,o fato e que a esta exata distancia vinham debaixo de uma luz laranja escuro dois ternos cinzas e mal cortados ocupados por homens de idade e valores bem diferentes entre sí e ali quase invisivel se o sujeito só olha de canto do olho e rotula...eles eram religiosos porque em coisa de quatro postes a baixo eu via a silueta do templo em alvoroço de louvores, mais quem eram esses dois posiveis crentes em um deus tão particular ?! será que sairam pra fuma um cigarro escondido da esposa e dos" irmãos" em crença?? ou ainda mais vacilantes vinham conferir se o carro pago com tantos sacrificios e oferendas ainda estaria no mesmo lugar estacionados?!!...
Eu me senti tentado a me fazer visivel me dirigir até eles quando os ví conferindo com tanta adoração o bem conquistado...mais me conti a vontade me deichei estar onde estava,apenas vendo o que me mostravam os olhos no instante em que se voltaram pra dentro de quem sou quero e acredito,eu encherguei e ví indios galopando cavalos enchurrada abaixo, jovens pretos-velhos surgiam a minha esquerda vindos da encruzilhada onde a festa bombava a luz de velas...  
          UM ROUPÃO VELHO MEIO AZUL OLHAVA PRO CHÃO E ME OLHAVAM DE VOLTA

    Ahh!! como eu queria ter ccompartilhado isso tudo com todos com a senhora que estava a minha frente em uma casa dessas tipo de cor palida e geminada,ela era loira e deveria ter cinquenta e poucos anos,sustentava entre os dedos da mão direita um cigarro o braço esquerdo lhe cruzava sobre o corpo assim o... ela vestia um roupão velho sabe?! meio azul todo gasto, a senhora as vezes olhava pro chão e me olhava em uma quase sequencia ações,um trago solto a fumaça pro alto como se eliminaçe pensamentos incomodos, olhava pro chão,um dois trés e olhava pra fixa, curiosa...e isso se repete até que ela atira em direção a rua bituca e caminha sem pressa pra dentro de sua casa,ela tranca a porta...
Apartir dai fesce um silencio onde não se via mais nada a não ser o som da chuva que caia ininterrupta a messes, toda aquela áqua molhava  estranha ela caia sobre nós como que determinada a soterrar e inundar sem clemencia parecia gritar : " ACORDEM !!" E CHUA! CHUA! CHUA! " então perguntei eu pra mim mesmo, já que era só eu debaixo daquela marquis..." ESSA ÁQUA TODA VEM DE ONDE E COMO MESMO?! " e lá fui eu buscar na velha biblioteca das lembranças dos livros de ciência da quinta serie,sobre o corpo humano  outros seres vivos e os estados da...
      Onde estamos quando não estamos nós entre áqua terra e nuvens carregadas?!....
      Contado desses poucos minutos o meio e fim não sei mais se lhes intereça o começo do que se passou bem na minha frente em questão de um minuto pois subiam com muita pressa...aos aque visitam esste aterro uma vez ou outra não se sintam contrangidos em finalizar aqui sua leitura sendo o caso já imaginado de não haver curiosidade vou dar a você o tempo de duas linhas, pra desligar a maquina, beber uma áqua...faz uma noite bem quente hoje...


    Veio antes disso tudo e surgindo como que na minha frente crianças acompanhadas de adolescentes incinuantemente vulgares pra tão pouca idade e roupa tudo nelas cheirava a precoci quando passaram por mim em polvorosa hormonal...não eram meninas,mocinhas eram bichos atraidas pela batida feitiço modal de um funk que as exitava chamavam de tudo menos excitação, o que também era bem compreencivel pois a nossa especia ainda que mamifera nem sempre se sente na obrigação de cuidar de suas crias nos simplesmente nos entretemos com outras " coisas" abandonando o filhote no ninho algo digno de um especial da DISCOVERY CHANEL... ( se já tropeço no português rsrs ) elas passaram e pasaram ontem,hoje iram passar amanhã com certeza...
Quando consegui arrastar com suplicas o olhar em outra direção eu olho lá pra baixo coisa de dois postes atrás subiam dois homens em ternos cinzas e mal cortados,uma cena tão comum...







  
    

   

       
                




                    

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

CIDRAS EM BRANCO ENCARDIDO COM VINA GRETI DIA TRINTA DO DOZE DE QUASE TODO ANO"

"Dez!! nove! oito!sete!seis!...aponta pro alto hein?!...sai dai menino!! tampa o ovido dela!!...cinco!ce prendeu os cachorro?! eles ficam doidos de medo e vão sujar a cozinha toda... quatro! trés! dois!!...nossa!!...ummm!!!...olha!olha!! olha lá...que bunito...olha aquele!!...".
Grande estouro de fogos e cidras fica em cada rosto um sorriso petrificado como uma mascara de gesso uma overdose de botox em cada linha de expressão...lá se foram trezentos e sessenta dias completos...
Minutos depois quase sempre é assim...eu digo só quase sempre...uma roda de velhos amigos, desconhecidos se juntam..." E ai hein?! ano novo...e esse ano vou parar de fumar! não! não fumo mais!!...aeeee!! isso ai...palavra...já eu de beber,ahh!! desse ano não passa !! palavra que não passa...Um terceiro já fala que vai cancelar sua conta em todas as redes sócias, que vai deichar de curtir e só curtir que já está velho pra tanta curtição rsrsrsrsr o outro já jura que vai desativar um tal aterro virtual e parar com um blog...enfim existe promessas de tudo... mais tudo das realizações de todas essas " palavras" fica só pra depois do carnaval, combinado!?...
Todos enchem seus copos e...
"Não chega !! esse ano eu vou mudar!...".
E muda?!...muda nada,quer dizer havendo vontade mudamos sim, não no tempo e ritmo que se pretendia...
" Mudar?! ta tudo tão di boua como está...enche o meu copo...ce tem um cigarro ai?!....mudar a essa altura do campeonato e pra que?!!..."
Em time que está condicionado se muda?! como?!...rs mudamos nosso discurso ´tão facilmente sem lutar que sinto vergonha quando chega esse dia 30 do 12 de cada ano que se finda...
Temos por "habito" despejar a culpa em tudo e em todos..." Coisas do destino, carma ruim fazer o que?!, ah!! a culpa dessa merda toda e do DIABO do CHIFRUDO do SATÁNAS....e vai para no bolso do pastor tudo o que sobrou do decimo terceiro pra si livrar da culpa plantada...
E lá se vai de passos trôpegos ainda que firmes, mais um ano, indiferente a tudo e a todos...na TV a repórter anuncia como matéria única e exclusiva..." E os logistas buscando compensar os lucros que ficaram abaixo do esperado neste natal, preparam uma grande queima de estoque..." lojas abarrotadas e a eterna procura do clássico figurino branco a cor da paz! e justamente por se querer ou ser branco, não esconde íntimos conflitos trajamos um branco sempre encardido de sei lá oque...disputamos a tapa peças intimas em vermelho ofuscante a cor das paixões...passageiras?!...ainda tem o amarelo, amarelo que atrai dinheiro e com ele os desejos...
Um novo ano se aproxima..." E que seja com muito dinheiro no bolso e depois saúde pra todos!!..." não é o mais se escuta?! pois o dinheiro as vezes vem, até que vem,vem encharcado de suar , sacrifiçios mais vem e vai embora e a vida segue o ano passa e vai passar assim?! pelas folhas de um boleto bancário?! contado pelas garrafas no casco?!...
" Pó cara hoje não né?!!.. Ta ruim sim mais tá até bom pior do que ta...ohu?!vó fazer o que cara?!hein o sabichão?! vai toma no seu ...enche o copo dele, enche o copo dele bota um pra ele fuma...olha ai cara , olha ai...e ano novo,ano novo!!olha essa cerveja?! ta gelada pra caralho porra!!...a mulherada gostosa chegando olha ai o som que você curti...e ano novo  você tem que falar é disso, fala disso que vão curtir pra burro pode bota fé e não enche o saco Warlen Dimas...curti só curti tá?!.... 

domingo, 25 de dezembro de 2011

"Resposta a carta psicografada "

"_ Há momentos em que é necessário que abra mão em relação ao que se deseja para alcançar de verdade o que é necessário ter....
_Olha!...aqui ! por favor....você ainda se lembra? como que é estar aqui?! seu corpo já se esqueceu do quão pesado e si sustentar diariamente de pé ??!...hein?!...E denso, já se sentiu sem ar? imagina...e ainda anos luz pior...Orgulho, Vaidade, Egoismo, Luxuria e por a gula também por tudo que só nos excita a alma a cabeça...meu sexo...eles e que não querem abrir mão de tudo isso aqui... daquele par de óculos em tom de vermelho claro de um tipo intectual a moda antiga o que realmente é...com seu par de lábios que me enfeitiça em seus movimentos pontuais em tom doce de voz que deslisa corpo a baixo...até seios suculentos do tamanho e sabor de duas coxinhas de padaria da zona sul, quinze reais a unidade vinte e cinco o quilo...aquelas nádegas enormes e brancas como as nuvens de verão ainda tímido  no que já já ta todo sadico ,solto na pele das linhas do papel nunca preenchido...mais você esta certo,no final de uma ou duas horas vou me lembrar das suas palavras e concordar com a cabeça que todo o desejo só existe para ser saciado e voltar a não existir sua vida é mais pouca que em clinica de aborto...E eu quero viver, viver até o ultimo milésimo dos segundos do tempo que me foi programado estar aqui...
Você me mostrou e nos mostra o caminho natural e único de se sair deste nosso estado de gangorra de ir um degrau acima e não retornar, voltar sói as cordas e o banco vazio...Eu, eu não aquento mais me ir e voltar, eu quero partir eu vou tentar...
_Mas lembra que a escolha é sua e você quem está abrindo mão do seu bem estar...
_A sete anos não tem um dia em que eu não me lembre e o inacreditável em outros lugares, aqui ainda é comum continuar a julgar pelas aparências, laços de flor no cabelo...as almofadas no inicio são tão macias e com o passar de um tempo não vivido precisamos de doses cada vez maiores para se sentir algum bem estar...Mais novamente você está certo e eu quero tentar, vou reduzir minhas medidas até entrar em toda estreiteza do caminho real calçado de alegrias,dores,lagrimas sera tudo inevitável, porque estarei vivenciando em todas as minhas forças...
_A HORA CHEGOU AGARRE A SUA OPORTUNIDADE FAÇA A QUE VEIO, NÃO TENHA MEDO DE ABANDONAR A ZONA DE CONFORTO QUE CRIOU PRA SI...
_Nossa!! isso foi pra mim!...por que você não me fala diretamente?! hein!? ei olha pra mim, mais que porra!!!...Você^acha que eu não penso sobre isso?! você não se lembra mesmo do que é estar aqui...continuando a buscar o tempo que nos e ninguém mais deixou passar sabendo correrei o risco de se deichar passar mais uma vez escorrer aquela dor que parece nunca vai passar...mas depois de um tempo incontavél passa, mais passa deichando tanta sequela que é como se nunca tivesse deichado de existir....
_Os erros cometidos devem sim ser analisados para te fazerem crescer e não paralisar, você sabe o que tem a fazer,confia e segue seu caminho,estamos sempre ao seu lado aceite os desafios que cheguem, porque vocês tem tanto medo de errar,de perder espaço de ser julgado e avaliado??!...Não será porque também vocês tem julgado demais e criticado muito o que impede qualquer avanço??! Onde está sua fé?!!...
_Definitivamente eu concordo contigo em tudo,e mais fácil manter aceso este fogo que não esquenta e machuca não ilumina o abismo que é...oque vou lhe dizer por ceto já sabe, eu,eu...vou continuar tentando e por mim que não desisto como amar o outro se não for assim?!...
_A PAZ DE QUE NECESSITA JÁ ESTÁ COM VOCÊ...."

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CHUVARIA DE BEM ANTES NOVEMBRO

Todo final de ano anunciam tragedias já esperadas como se nunca antes tivecem acontecido sera porque nos somos e temos uma capacidade enorme de criar ilusões a nos mesmos?!...vendemos em jornais, telejornais narram com todo pesar o que em segundos levou milhares de vidas e moveis,ah se soubessem que o estado era desde muito o de alerta teriam abandonado pertences que não existiam?!...
Nos sabíamos sempre soubemos porque lá dentro também sempre...

" CHOVIA e chovia aquela chuva longa e fina que vai molhando sem si fazer perceber chega com o fim do ano vai deichando entre beijos salgados de lagrimas sem micro-ondas abraços de aperto em quem de nos esta chegando  e as os demorados...onde revivemos ali parados como as arvores a balançar de leve os galhos, em minutos tudo que foi compartilhado em quem de nos esta partindo...ela vai nos deichando presos cada um presos em si mesmo sentado no Sofã cama de de quarto umído onde as goteiras eram tantas como as estrelas do céu que chovia...
 CHUVA,CHUVARADA pra ralo entupido e os copos cheirando a tomate bóiam chicaras sem asas,chuva de gosto de soro me escorre face de morro abaixo, tragedia esperada com um x azul ao fim de cada dia no calendário do super mercado com um modelo loiro posa de jesus...

Era tentador, parar em frente e fazer o sinal da cruz, eu não fiz nem olhei de novo apanhei quarda chuva e fui lá pra fora, pra encharcar a única meia seca e fumar meu ultimo cigarro antes de ir lá pro alto...de um lugar que em mim eu fazia de casa d campo um abrigo, pros dias em que toda a chuva só quer fazer cair e cair...
CHOVI PORQUE ERA CHUVA estendida chuviscos que não se ouve e nem se vê nessas tv´s de LD, HD que plasma no sofá de trés lugares e capa vermelha minha irmã mais nova, tão nova pra tanta desesperança em seu sorriso...No menor de frente a caixa preta minha mãe meio deitada meio sentada, curvada a toda emoção sugerida ela só retransmitia chingando alto os malvados das histórias contadas desde a seis...e que horas são você sabe?! sim você leitor...

Sabia que na cozinha tinha um cheiro de panqueca e lembrança antiga daquelas de se esquecer do propio nome, você por acaso me conhece?! e que ontem perdi o chip onde esta quem sou...como se chama aquilo que cai e desliza lá dentro onde doí e transborda sala,cozinha, quarto a dentro chovi,chovi tudo que tiver di chover que adubamos nossas terras pra depois com todo amor deitar sementes, depois de escovar os dentes apagar a luz vou me deitar mais não vou dormir vou pensar e repensar o pensar tanto quanto ela chuva lá fora cai sem medo de inundar o mundo e ela pode?!
 ME PERMITIU VIR ATÉ AQUI COM VOCÊ ...agora me responda ai pra ti mesmo, você tem o desprendimento de repensar todas a suas malas de tudo o que já foi pensado em vezes suicida o seu até a minutos atrás não era nem admitido porque não era só por não haver imagem...
Eu já lhe fiz essa pergunta antes do dia de hoje??!..."