Após um pouco mais de duas semanas de protestos por todas as principais capitais do país ele tremeu.
Por alguns segundos , milésimos , quando e o momento exato não saberemos mas viveu , viveu em sua lógica fria,escravocrata um..." E si eles almejarem o poder?! e si eles...".
Cederam, vinte centavos, quinze ali no sul , cinco no norte, cederam e imediatamente si posicionaram frente as câmeras , coletivas de urgência em cadeia de rádio e tv pipocaram no país, onde governantes assustados bradavam pro mundo o quanto são flexíveis, abertos ao dialogo com as massas...
Não cederam , não nos cederam em nada mas nos devolveram vinte e poucos centavos de dinheiro nosso, por isso, devemos continuar saindo as ruas , pra receber de volta tudo qui é nosso só o que é nosso e por direito nada mais, as ruas as ruas depois do trabalho da escola depois de buscar os meninos na escola depois de bater o ponto pra rua pacificamente demonstrando a insatisfação que lhe vai na alma.
Não nos serve mais o modo como si dão as relações não nos serve mais esse legislar em causa propiá
Warlen Dimas M.
Neste Aterro virtual, despejo minhas impressões deste mundo insólito. Avisem aos catadores, pois eles sabem que em meio a entulhos e monturos sempre se tira algo que preste. Vou tentar descarregar aqui, de maneira irrestrita o conteúdo de minha cabeça, cachola, que esta sempre a transbordar.
Warlen Dimas
Páginas
sexta-feira, 21 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
INVERNO EM DESASOMBRO AVERMELHADO
Acorda,acorda e tudo ilusão esta altura toda não existe si atire, toda esta altura acaba antes de sentir o chão, você vai acordar com os olhos de ver o sincero falar, e tudo ilusão...
Verdadeiro medo virá gelando o baixo ventre quando o salto for pra dentro , pra dentro, dentro,dentro bem lá dentro de quem somos nós...
De espelhos em punho pra ver por quanto tempo nos sustentamos só pra ver...ver,ver você,você ver quem sabe podemos nos aceitar sei lá tal e qual ainda nos apresentamos já que até pouco tempo nada nunca existiu,prazer...
Desassombrados,não pereceremos mais por auto-hipotermia,desclarecidos sem eixo fixo , vem si sentar conosco na varanda são quase cinco da tarde e o céu esta tão azul...
Warlen Dimas
Verdadeiro medo virá gelando o baixo ventre quando o salto for pra dentro , pra dentro, dentro,dentro bem lá dentro de quem somos nós...
De espelhos em punho pra ver por quanto tempo nos sustentamos só pra ver...ver,ver você,você ver quem sabe podemos nos aceitar sei lá tal e qual ainda nos apresentamos já que até pouco tempo nada nunca existiu,prazer...
Desassombrados,não pereceremos mais por auto-hipotermia,desclarecidos sem eixo fixo , vem si sentar conosco na varanda são quase cinco da tarde e o céu esta tão azul...
Warlen Dimas
sexta-feira, 17 de maio de 2013
PALAVRAS EM FLOR
Palavras
..escondidas
pode sim
existir o que nem vejo
esperar porvir
no que vi num livro
ou sei lá
ainda há
cores
nem todas
no painel de Picasso
odores
sete mil léguas
babilônia
no seu jardim
minha vontade
veja
ela é manhã
..inda que finda
de dia
leve turbulência
te assusta
você questiona
Abra os olhos
um beijo
Há medo
E sentimento
Si é que já
palavras trocadas
no azulão da rua
di casa
a terra
nossas intimidades
aguadas
lábios
desprovido de pressa
um sobre o outro
murmúrios,
espasmos
gozo
E florescemos
Um texto de Carol Flexa e Warlen Dimas.
18/05/13
..escondidas
pode sim
existir o que nem vejo
esperar porvir
no que vi num livro
ou sei lá
ainda há
cores
nem todas
no painel de Picasso
odores
sete mil léguas
babilônia
no seu jardim
minha vontade
veja
ela é manhã
..inda que finda
de dia
leve turbulência
te assusta
você questiona
Abra os olhos
um beijo
Há medo
E sentimento
Si é que já
palavras trocadas
no azulão da rua
di casa
a terra
nossas intimidades
aguadas
lábios
desprovido de pressa
um sobre o outro
murmúrios,
espasmos
gozo
E florescemos
Um texto de Carol Flexa e Warlen Dimas.
18/05/13
terça-feira, 30 de abril de 2013
A CABALA DOS TRINTA
Aos quinze,mas poderia bem ser aos dezessete ou treze que tudo isso a compor o momento de agora estaria ainda num tempo longincuo de curvas acentuas,acrives seguidos por decrives emocionais onde o proprio pensar deste texto aos vinte não sí daria,simplesmente pela forma que em mim ele formou-se intimamente em seu tempo algo da esfera do particular, como é para todos...mais com apenas quinze anos quem somos si não somos mais crianças muito menos adultos,não nos sentimos em canto ou quebrada de lugar nenhum nesse mundo que por esses dias nos apresenta informe,inconstante,incerto...
E até que um dia, uma noite manhã de sol que racha, depois de vaguear por praças mal alimentados onde sentados misturamos guarana com cachaça ereção com amor ele nos chega,os trinta,trinta e um dois e você senti que algo está por sí acabar,em plena transformação,mesmo estando tudo ainda tão recente cheirando a fresco, desencadea-se em nós de modo quase biológicamente irrefreavél, da-se o inicio de um novo, novo modo de ver e estar neste nosso mundo de coisas,hoje,digo hoje creio ser possível estar por aqui e em paz,quando concluímos e aceitamos que nem tudo teremos pois precisamos de tão pouco e que este pouco pode ser o muito,o seu o meu necessário...
Com o amadurecer dos trinta e poucos,cai por terra e por si tantas "coisas",adentranos uma quantidade maior de ar e luz desanuviando-nos a alma os olhos vêem um tanto mais longe e oque sempre esteve tão perto, e eu vi que a bem da verdade foi sempre o tempo um grande amigo, a talha afiada a moldarnos profundo nem mais nem menos,sempre oque pecisamos....
Warlen Dimas M.
E até que um dia, uma noite manhã de sol que racha, depois de vaguear por praças mal alimentados onde sentados misturamos guarana com cachaça ereção com amor ele nos chega,os trinta,trinta e um dois e você senti que algo está por sí acabar,em plena transformação,mesmo estando tudo ainda tão recente cheirando a fresco, desencadea-se em nós de modo quase biológicamente irrefreavél, da-se o inicio de um novo, novo modo de ver e estar neste nosso mundo de coisas,hoje,digo hoje creio ser possível estar por aqui e em paz,quando concluímos e aceitamos que nem tudo teremos pois precisamos de tão pouco e que este pouco pode ser o muito,o seu o meu necessário...
Com o amadurecer dos trinta e poucos,cai por terra e por si tantas "coisas",adentranos uma quantidade maior de ar e luz desanuviando-nos a alma os olhos vêem um tanto mais longe e oque sempre esteve tão perto, e eu vi que a bem da verdade foi sempre o tempo um grande amigo, a talha afiada a moldarnos profundo nem mais nem menos,sempre oque pecisamos....
Warlen Dimas M.
terça-feira, 12 de março de 2013
NOS OS DE AGORA, PARA OS HOMENS DE ANTES
Vocês os antigos já faziam isto a muito e bem antes que nós...os de agora os que agora assim si encontram...
Pra vocês,vinha antes todo um prelúdio dramático,um ritual de falas secas, um desviar de olhos, beijos chochos,abraços frouxos,sexo por sexo e toda a compreensão do que egoisticamente suponhamos ser um tal di amor, amor mesmo a-m-o-r confrontado com a verdade nunca existiu...
E pra vocês, osa antigos si tornava um momento de morte emocional,o luto por um tempo que é o di cada um entre o aceitar e dizer um pro outro que acabou oque não viemos a nos permitir....
Tudo oque pra nos são apenas caracteristicas de u período evolutivo marcado pela predominancia de instintos primários do homem,que estagiou por está era "inferior" longos seculos...
Não nos é de ação psico-física natural o abraço,chega a ser de difícil compreensão muito das necessidades que vcs sentiam de tudo,do olhar nos olhos do tocar na pele do ficar si cheirando e sorrindo do que denominavam chamar " troca de caricias,afetos "....
Nos é necessário somente clicar em configurações de segurança e privacidade e instalar o programa constantimenti atualizado,o outro usuário não mais desejado estabelecer o "vinculo" e broqueado instantaneamente passando a não mais existir em minha realidade,sem criar maiores desgastes emocionais tudo fica sub-entendido,não existi a dor do rompimento,apenas...desinterece sem dispêndios de tempo perdido...
Eu particularmente não tenho problemas em admitir que em um passado hoje distante, tive sonhos com desejos relacionados a este "tempo" com todo esse sentir físico,paixões tão...primitivas de um tempo que foi os de vcs,os homens de antes....
Pra vocês,vinha antes todo um prelúdio dramático,um ritual de falas secas, um desviar de olhos, beijos chochos,abraços frouxos,sexo por sexo e toda a compreensão do que egoisticamente suponhamos ser um tal di amor, amor mesmo a-m-o-r confrontado com a verdade nunca existiu...
E pra vocês, osa antigos si tornava um momento de morte emocional,o luto por um tempo que é o di cada um entre o aceitar e dizer um pro outro que acabou oque não viemos a nos permitir....
Tudo oque pra nos são apenas caracteristicas de u período evolutivo marcado pela predominancia de instintos primários do homem,que estagiou por está era "inferior" longos seculos...
Não nos é de ação psico-física natural o abraço,chega a ser de difícil compreensão muito das necessidades que vcs sentiam de tudo,do olhar nos olhos do tocar na pele do ficar si cheirando e sorrindo do que denominavam chamar " troca de caricias,afetos "....
Nos é necessário somente clicar em configurações de segurança e privacidade e instalar o programa constantimenti atualizado,o outro usuário não mais desejado estabelecer o "vinculo" e broqueado instantaneamente passando a não mais existir em minha realidade,sem criar maiores desgastes emocionais tudo fica sub-entendido,não existi a dor do rompimento,apenas...desinterece sem dispêndios de tempo perdido...
Eu particularmente não tenho problemas em admitir que em um passado hoje distante, tive sonhos com desejos relacionados a este "tempo" com todo esse sentir físico,paixões tão...primitivas de um tempo que foi os de vcs,os homens de antes....
terça-feira, 5 de março de 2013
SAMBA PRA PLATÃO - É SUCESSO EM NETURNO- baseado no mito " a caverna "
De onde vinhamos não si ouvia nada...
Tudo si dava lá dentro,a boca lhe era permitida até dizer o contrario,mais nossos olhos deixavam por raros momentos o vislumbrar de onde vinhamos e lá onde o céu si agora azul,de repenti vermelho vivo...
Porque di onde vinhamos não si via nada além da guerra que travávamos contra nós mesmos,enfeitiçados por uma poção com a noção distorcida e indefinida sobre a verdade e a beleza...
Acorrentados por um tempo que não si conta,uma caverna escura,enchergando as sombras de nós,imagens tremulentas depois di nos cansarmos de toda indiferença,era chegado o momento di nos entendermos com o mundo,deichar pra traz ilusões,voltando a ver a luz do dia já que a entrada da caverna nunca estevi obstruída...e si por acaso volto lhe contando tudo que ví, você vai acreditar ?!....
Warlem Dimas.
05/03/13
Tudo si dava lá dentro,a boca lhe era permitida até dizer o contrario,mais nossos olhos deixavam por raros momentos o vislumbrar de onde vinhamos e lá onde o céu si agora azul,de repenti vermelho vivo...
Porque di onde vinhamos não si via nada além da guerra que travávamos contra nós mesmos,enfeitiçados por uma poção com a noção distorcida e indefinida sobre a verdade e a beleza...
Acorrentados por um tempo que não si conta,uma caverna escura,enchergando as sombras de nós,imagens tremulentas depois di nos cansarmos de toda indiferença,era chegado o momento di nos entendermos com o mundo,deichar pra traz ilusões,voltando a ver a luz do dia já que a entrada da caverna nunca estevi obstruída...e si por acaso volto lhe contando tudo que ví, você vai acreditar ?!....
Warlem Dimas.
05/03/13
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
" PEIXE DOURADO AVUADOR "
Com alguns gransinhos coloridos presos por entre os dedos,ela antes mesmo de tomar seu cafe e retirar do canto dos olhos sua remela matinal antes mesmo de seu ultimo bocejo ela sempre alimentava em primeiro de tudo a " Shark "seu peixinho dourado com pintinhas pretas...
Mas a este dia estava já escrito e unicamente como inesquecível,pois o grito dado por ela foi todo sentido e por muitos shark não estava lá, o pequeno aquário jazia vazio,só o moinho de bolhas girando pra ninguém...
Quem pegaria seu peixe?! si na casa não havia gatos nem nos arredores, e os de sua casa não gostavam de peixe...
No final da manhã seguinte vindo da escola, ela descia correndoda van dando um abraço corrido na mãe estacava embaixo do marco da entrada da sala,o rack a sua frente e sobre ele um aquário vazio e dentro dele um moinho de bolhas a girar pra ninguém...
Mais conformada e passado algum tempo, ao chegar das visitas em sua casa ela logo corria a mostrar na sala o aquário vazio ainda que cheio de aqua....Sua resposta,dada por todo o tempo enquanto durou a inocencia de sua infância aos tios e primos que lhe indagavam o por que de um aquário cheio d´aqua pra peixe pra peixe nenhum ela respondia....
" E porque meu peixinho avuar por ai...mais ele só volta di noite pra beber água...meu peixinho dourado é avuador...".
W.Dimas M.
Mas a este dia estava já escrito e unicamente como inesquecível,pois o grito dado por ela foi todo sentido e por muitos shark não estava lá, o pequeno aquário jazia vazio,só o moinho de bolhas girando pra ninguém...
Quem pegaria seu peixe?! si na casa não havia gatos nem nos arredores, e os de sua casa não gostavam de peixe...
No final da manhã seguinte vindo da escola, ela descia correndoda van dando um abraço corrido na mãe estacava embaixo do marco da entrada da sala,o rack a sua frente e sobre ele um aquário vazio e dentro dele um moinho de bolhas a girar pra ninguém...
Mais conformada e passado algum tempo, ao chegar das visitas em sua casa ela logo corria a mostrar na sala o aquário vazio ainda que cheio de aqua....Sua resposta,dada por todo o tempo enquanto durou a inocencia de sua infância aos tios e primos que lhe indagavam o por que de um aquário cheio d´aqua pra peixe pra peixe nenhum ela respondia....
" E porque meu peixinho avuar por ai...mais ele só volta di noite pra beber água...meu peixinho dourado é avuador...".
W.Dimas M.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
CANELA DI CACHORRO , CHURRASCARIA,PETISCOS E CONFUSÃO
A beira de uma mesa si escuta de tudo a cada mesa um universo novo...tem assunto que da vontade de puchar a cadeira,encher um copo e ficar por ali, outros de pedir licença e dizer..." Discordo !! mais que...merda de papo e esse?!...". O garçom,salvo ráras exceções adora conversar si não gosta de falar gosta muito de dinheiro o que o leva a ser em sua fala com os clientes extremamente objetivo...( vender do cardápio o mais caro sugerindo sempre) vi garçom aqui agradar tanto do assunto de uma mesa que esquecer de toda sua praça o que é raro...
Isso aconteceu em um domingo dia de pouco movimento.
Um dos donos veio subindo o corredor com uma cara de velho putão e folheando alguma coisa em seu celular,chegando a té nos...
" Minha amiga do face olha so...olha ", uma loira,vinte e poucos anos e na foto ela ameaçava mostrar os seios...esse e o mais confuso dos trés donos da casa....( continua )
Isso aconteceu em um domingo dia de pouco movimento.
Um dos donos veio subindo o corredor com uma cara de velho putão e folheando alguma coisa em seu celular,chegando a té nos...
" Minha amiga do face olha so...olha ", uma loira,vinte e poucos anos e na foto ela ameaçava mostrar os seios...esse e o mais confuso dos trés donos da casa....( continua )
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
CARTA AOS EXCENTRICOS
Eu que nem sempre estou onde me vêem, eu nem sempre estou ali, no riso só mesmo os dentes que si seguram suas caries e tártaros...
Não estamos nos entre os braços di abraços protocolares e distantes.
Nem sempre foi assim...quando mudou com o seu dia e hora exato já faz tanto tempo eu não sei, e me importando que hoje assim estou, algo se foi tornando em mim aos poucos sem nunca manter uma forma,informe,inconformável e irriquieto...
E esta ausência de mim se tornou também a busca,minha luta minha guerra de seculos a batalha onde morrer pra este mundo e conquistar a sangue,pranto e ranger de dentes a felicidade de sentir a vida leve e plena...
Warlen Dimas Marques
14/01/13
Não estamos nos entre os braços di abraços protocolares e distantes.
Nem sempre foi assim...quando mudou com o seu dia e hora exato já faz tanto tempo eu não sei, e me importando que hoje assim estou, algo se foi tornando em mim aos poucos sem nunca manter uma forma,informe,inconformável e irriquieto...
E esta ausência de mim se tornou também a busca,minha luta minha guerra de seculos a batalha onde morrer pra este mundo e conquistar a sangue,pranto e ranger de dentes a felicidade de sentir a vida leve e plena...
Warlen Dimas Marques
14/01/13
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
E esse mundo que não começa hein?!
E o mundo hein?!o mundo não o mundo nada não acabou e agora?! oque é que eu vou fazer com todo o acumulo de treco e neuras,cacarecos de coisas sobre coisas hein?!...oque é que eu vou dizer as espectativas lá em casa...e a paranóia de extinção pregada pela mídia madrugada adentro,tudo oque nos justificou até aqui o viver pelo menor esforço,toda omissão,porra...tamo falido,isso que e a tal crise da bolha?!...as contas do cartão vão chegar e amanhã as velhas mentiras por que?! por que hein?!por que não deicharmos todos os rompantes de coragem ir até o fim só pra ver noque vai dar,quem sabe não si acaba todo esse mundo as ilusões que o constituem já seria um bom começo não?!...
E o mundo hein?!...dizem que depois da meia noite falou em cadeia de radio e tv toda ela a MENTIRA , admitindo emocionada que a insegurança sim é que nos limita o grande passo a frente da reta amarela a nos circundar a existencia,falou abertamente e pra quem quisesse ver e ouvir, tudo que lhe foi perguntado durante sete dias e sete noites ininterruptas e por varias vezes ela afirmou que o mundo di fato sem mentiras e dedos cruzados o mundo não, não havia acabado mas...si ele não acabou e so por não ter ele começado...
Warlen Dimas M.
09/01/13
E o mundo hein?!...dizem que depois da meia noite falou em cadeia de radio e tv toda ela a MENTIRA , admitindo emocionada que a insegurança sim é que nos limita o grande passo a frente da reta amarela a nos circundar a existencia,falou abertamente e pra quem quisesse ver e ouvir, tudo que lhe foi perguntado durante sete dias e sete noites ininterruptas e por varias vezes ela afirmou que o mundo di fato sem mentiras e dedos cruzados o mundo não, não havia acabado mas...si ele não acabou e so por não ter ele começado...
Warlen Dimas M.
09/01/13
domingo, 23 de dezembro de 2012
INSONES da VILA PANAMÁ
Tem noite em que praticamente não durmo,ou quando consigo e já muito tarde pra quem tem que acordar muito cedo...mais em noites assim toda essa insonia só si ralenta depois de sair e caminhar queimar toda essa energia sensível em uma caminhada bruta e de chinelo...
E foi em uma noite dessas a poucos postes ainda de casa que reencontrei o mais querido...
" Não lembra mais dos amigos não meu camarada?!...".
E o som destas palavras me arrebataram as águas rapidas do rio do tempo de muito atrás,e que me levaram a uma só pessoa...
" Filho da puta!! ",chinguei apontando o dedo em sua cara..." Como você some assim cara?!..." Nos abraçamos em abraço todo sentido e ainda com os braços entrelaçados nos reconhecemos quando si olha assim de baixo pra cima...ele estava mais gordo se comparado ao magrelo que sempre foi,e eu só mais careca sentenciou ele...era visível a felicidade que sentíamos com o que víamos um do outro...
" Mais e ai,me fala oque que aconteceu,oque que rolou..." o sorriso a risada amarela de deboche era ainda um pouco do mesmo que ali si mostrava,depois de tudo que vivemos em oito ou oitenta cada relação cada encontro de começo meio e fim já marcado de exposições di reserva alguma...pra tanto tempo depois..." Olha dois caras ali sentados debaicho daquele poste em atitude suspeita..." eramos nós,falando e trocando idéias sobre tudo e no ultimo volumé...
Ele vivia hoje no vale do aço,cidade quente poeirenta mas quando por aqui,Belo horizonte ele viveu pelos becos das bocas de nossas principais favelas trabalhando pros dono que a cada semana é um...concertando o carro dos cara,queimando pedra a noite toda num quarto de Quit net cachimbando com trés,cinco mulher,onde um dia morreu um cara depois de fumarem juntos...
Ele seguiu me contando,gesticulava e ria...
" O nome do maluco era Evaldo,ta eu e esse cara queimano uma pedra atrás da otra,i ele começo...to pasano mal,to pasano mal to com dor no peito...so que a viagem da pedra e só paranóia cabulosa,cabulosa mesmo ta ligado?! ai eu nem liguei,pensei,esse cara ta e muito loco,e ele ficou nessa até que si levanto e foi embora do nada...nisso passo tipo uns quatro dia e alguem foi lá no escritório do Cesinha,que é o dono do predio,foi queichar-se de um fedo di coisa podre que saia do quarto de Evaldo,ao arrombarem a porta tava ele morto inchadão debaixo da cama a dias...
" Isso então foi um a crise de pânico seguida de enfarto ".
Esse Cezinha pego uns quatrocentos reais no bolso deu uma limpa antes de chamar o rabecão...so nego doido,noiado,entrando e saino noite toda,teve uma época em que eu não queria saber mais de trabalho não,pra que?! si ali eu tinha tudo que vagabundo quer?! não faltava apedra e no morro quem tem pedra pra fuma e rei e mulherada o tempo todo,muito golo...nisso eu conheci a mãe da minha menina e acabei de morar juntos
E foi em uma noite dessas a poucos postes ainda de casa que reencontrei o mais querido...
" Não lembra mais dos amigos não meu camarada?!...".
E o som destas palavras me arrebataram as águas rapidas do rio do tempo de muito atrás,e que me levaram a uma só pessoa...
" Filho da puta!! ",chinguei apontando o dedo em sua cara..." Como você some assim cara?!..." Nos abraçamos em abraço todo sentido e ainda com os braços entrelaçados nos reconhecemos quando si olha assim de baixo pra cima...ele estava mais gordo se comparado ao magrelo que sempre foi,e eu só mais careca sentenciou ele...era visível a felicidade que sentíamos com o que víamos um do outro...
" Mais e ai,me fala oque que aconteceu,oque que rolou..." o sorriso a risada amarela de deboche era ainda um pouco do mesmo que ali si mostrava,depois de tudo que vivemos em oito ou oitenta cada relação cada encontro de começo meio e fim já marcado de exposições di reserva alguma...pra tanto tempo depois..." Olha dois caras ali sentados debaicho daquele poste em atitude suspeita..." eramos nós,falando e trocando idéias sobre tudo e no ultimo volumé...
Ele vivia hoje no vale do aço,cidade quente poeirenta mas quando por aqui,Belo horizonte ele viveu pelos becos das bocas de nossas principais favelas trabalhando pros dono que a cada semana é um...concertando o carro dos cara,queimando pedra a noite toda num quarto de Quit net cachimbando com trés,cinco mulher,onde um dia morreu um cara depois de fumarem juntos...
Ele seguiu me contando,gesticulava e ria...
" O nome do maluco era Evaldo,ta eu e esse cara queimano uma pedra atrás da otra,i ele começo...to pasano mal,to pasano mal to com dor no peito...so que a viagem da pedra e só paranóia cabulosa,cabulosa mesmo ta ligado?! ai eu nem liguei,pensei,esse cara ta e muito loco,e ele ficou nessa até que si levanto e foi embora do nada...nisso passo tipo uns quatro dia e alguem foi lá no escritório do Cesinha,que é o dono do predio,foi queichar-se de um fedo di coisa podre que saia do quarto de Evaldo,ao arrombarem a porta tava ele morto inchadão debaixo da cama a dias...
" Isso então foi um a crise de pânico seguida de enfarto ".
Esse Cezinha pego uns quatrocentos reais no bolso deu uma limpa antes de chamar o rabecão...so nego doido,noiado,entrando e saino noite toda,teve uma época em que eu não queria saber mais de trabalho não,pra que?! si ali eu tinha tudo que vagabundo quer?! não faltava apedra e no morro quem tem pedra pra fuma e rei e mulherada o tempo todo,muito golo...nisso eu conheci a mãe da minha menina e acabei de morar juntos
domingo, 16 de dezembro de 2012
" ERA O TEMPO DE GIRASSOL SEM BICICLETA "
Eu não tinha bicicleta...ainda, já que almejava possuir uma,por todos seus conhecidos benefícios hoje tão na moda e hipocritamente defendido a saúde gera o seu lucro...mais,isso não me aflige e não venho aqui tratar disto,não hoje,isso si já não tiver falado ...mas venho por em alfabeto nosso uma sensação um pouco do subjetivo de um brusco constatar...que eu não tinha bicicleta,e meus joelhos executavam o mesmo som de uma catraca precocemente desgasta pelo descaso de um mau usofluto sádico para comigo,sim era fato que si fez ouvir...
Que quando dele me dei conta sem registrar a ação estaquei, exatamente no meio da ladeira sem asfalto eslameada que subia e falei pra mim mesmo..." Então esta magoa nas articulações é a dor do tempo passando por mim...alimentado por escolhas, da ultima a primeira...
Desde o tempo em que somos crianças e toda a vida e uma brincadeira, tudo e sonhar,comer ser obedienti pra poder só brincar, e si brincando caimos o que é inevitável..." Levanta menino só ralo vai brincar vai!!..." e é tudo tão natural que poderia estar doendo e ardendo mais pouca bola damos pra dor que não sendo sentida nada pode fazer além de morrer em si mesma...mais quase que em um clássico de repente, todo esse brincar e leveza vai ganhando regras e peso a medida que permitimos o amadurecer de velhas inseguranças com fortes tendencias ditatoriais,oprimindo toda espontaniedade o si divertir vai tornando-se cada vez mais custozo e inacesivel,ônus e ónus de anos pressionados a labutar,constituindo familia um existir passivo como um cidadão de bem...
" O amor ainda não é o nosso mais lhe prometo dar um lance muito maior no próximo més,por isso amanhã e depois eu também não posso...vou estar trabalhando vou deichar o dinheiro da passagem,o do pro frango e você almoça com sua mãe...
E como eu falava...e falava alto,gesticulando...se alguém me viu de sua janela dou toda razão si ela gritou pra dentro de casa..." Vem cá Laudirenio!! vem vê que homi doido,esquisito ali no morro..." paguei e muito di louco...
" Quando foi que o tempo entre o cair e o reerguer-se passou,impreguinado na memoria,um filme com suas falas todas decoradas,que repasa e demora e demora por que tanto?!... o porque, por mais que negamos sempre dele temos a ciência,sempre....mais esse texto que produz sua ultima reticencia não chega ao seu fim na pretenção de falar disto mas somente o expor de uma poesia que me tocou brusca no morro lá atrás...
Repara os girassóis que mesmo cabisbaixos não deixam de buscar o sol,mais pra onde si voltão?!...
Warlen Dimas
sábado, 8 de dezembro de 2012
" O ESTADO QUE ME LIMPE AS FEZES "
" Não ouvides que de sentimento a sentimento chegamos á idéia.
De idéia a idéia,alçamos a palavra.
De frase a frase,atingimos a ação.
E de ato em ato,acendemos a luz ou estendemos a treva dentro de nós."
....E aqui estamos,eu,escrevendo a luz bruchulenta de uma vela a ultima e si a uso e porque este més,oque veio antes e provavelmente o próximo também não terei o numero e as cores necessárias do dinheiro a saldar,quitar,chegar lá e pá!! com as notas na boca do caixa...a conta de luz por exemplo,que não vem do nada,assim como essa angustia caustica a me corroer por dentro sádica e lentamente,uma especie de febre solar me levando ao coma ainda que a cada dia eu me sinta estranhamente lúcido...
Eu enchergava tanta verdade nesses momentos de delírio febril,e era tomado por uma fome insasiavel de criar,criando sentia que algo se recriava em mim,eu era todo escancaro"E este quem sou,meu universo intimo é este,sinta-se como que em casa,eu vou logo ali e já volta...",criando projeto o pensar em uma outra qualidade de vibrações,num mundo em que de segunda a segunda acredito com todas as minhas forças,entregue,e quanto mais me sinto esvair levo comigo centenas,só porque acredito...
Si agora escrevo,convertendo as imagens da cachola em letras e palavras mal escritas e por não poder atuar o que sinto neste instante...mais mesmo que me falte de um tudo,e eu me veja sem nada,nem palavra uma letra eu vou pintar,nas paredes,muros em papel Paraná,uma camada a mais sobre as tantas de minha única tela oitenta por dois...você tem ideia do preço de um painel?!,o preço de um pincel?é tudo de um valor absurdo de caro,como si esta arte e todas as outras fossem destinadas a gosto e uso de uma unica classe,os detentores de bens e meios cabendo a nós o produzir de ilusões in fetichis...
Escrevo,debulhando em um caderno sessenta folhas brochurão do mais barato que achei, a caneta por força do abito "esqueci " de devolver depois que a usei,a natureza sempre sí vira, encontrando um meio de existir plena,senhora de sí...ainda que amanhã eu despertasse paralisado eu estaria criando,criando,criando...enquanto limpavam minha bunda suja de bosta,eu iria estar lá dentro morrendo de rir descontrolado...
O Estado que cuide da carcaça que foi minha...
Warlen Dimas.
De idéia a idéia,alçamos a palavra.
De frase a frase,atingimos a ação.
E de ato em ato,acendemos a luz ou estendemos a treva dentro de nós."
....E aqui estamos,eu,escrevendo a luz bruchulenta de uma vela a ultima e si a uso e porque este més,oque veio antes e provavelmente o próximo também não terei o numero e as cores necessárias do dinheiro a saldar,quitar,chegar lá e pá!! com as notas na boca do caixa...a conta de luz por exemplo,que não vem do nada,assim como essa angustia caustica a me corroer por dentro sádica e lentamente,uma especie de febre solar me levando ao coma ainda que a cada dia eu me sinta estranhamente lúcido...
Eu enchergava tanta verdade nesses momentos de delírio febril,e era tomado por uma fome insasiavel de criar,criando sentia que algo se recriava em mim,eu era todo escancaro"E este quem sou,meu universo intimo é este,sinta-se como que em casa,eu vou logo ali e já volta...",criando projeto o pensar em uma outra qualidade de vibrações,num mundo em que de segunda a segunda acredito com todas as minhas forças,entregue,e quanto mais me sinto esvair levo comigo centenas,só porque acredito...
Si agora escrevo,convertendo as imagens da cachola em letras e palavras mal escritas e por não poder atuar o que sinto neste instante...mais mesmo que me falte de um tudo,e eu me veja sem nada,nem palavra uma letra eu vou pintar,nas paredes,muros em papel Paraná,uma camada a mais sobre as tantas de minha única tela oitenta por dois...você tem ideia do preço de um painel?!,o preço de um pincel?é tudo de um valor absurdo de caro,como si esta arte e todas as outras fossem destinadas a gosto e uso de uma unica classe,os detentores de bens e meios cabendo a nós o produzir de ilusões in fetichis...
Escrevo,debulhando em um caderno sessenta folhas brochurão do mais barato que achei, a caneta por força do abito "esqueci " de devolver depois que a usei,a natureza sempre sí vira, encontrando um meio de existir plena,senhora de sí...ainda que amanhã eu despertasse paralisado eu estaria criando,criando,criando...enquanto limpavam minha bunda suja de bosta,eu iria estar lá dentro morrendo de rir descontrolado...
O Estado que cuide da carcaça que foi minha...
Warlen Dimas.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Continuação..." OS CORPOS ESTACIONADOS EM BANCOS DE ACAJU"
CONTINUANDO...
"Neste momento, ele já deve estar com um vaso médio segurado com as duas mãos e ir derrubando
a terra devagar..."
" Hoje mais cedo eu vi lá fora uma igreja lotada de corpos estacionados em bancos de acaju e me deichando réparar, uma moça com os olhos fechados com tanta vontade e força de quem nunca mais quer abrir,pelo medo de si decepcionar,aquele medo que nos acompanha desde criança,o de não dar conta,de o fardo ser pesado demais..." O meu deus,não terá o senhor si enganado na fração a mim destinada?! um enganozinho assim,e único...tenha misericordia senhor,misericordia...".
Depois de ergueren-se em má vontade ao gesto de um homem a frente...
" Livrai!llivrai!,livrai esse fardo pesado de mim ó senhor!,livraaaai! livraiiiiiiii !!....".
E assim cantamos todos,pedindo e pedindo e pedindo sempre,nos entregamos quase nada, aos berros ninguem si escuta,de olhos tão enceguecidos ninguem sí vê,porque estão fechadas as portas...
Warlen Dimas Marques
22-11-12
"Neste momento, ele já deve estar com um vaso médio segurado com as duas mãos e ir derrubando
a terra devagar..."
" Hoje mais cedo eu vi lá fora uma igreja lotada de corpos estacionados em bancos de acaju e me deichando réparar, uma moça com os olhos fechados com tanta vontade e força de quem nunca mais quer abrir,pelo medo de si decepcionar,aquele medo que nos acompanha desde criança,o de não dar conta,de o fardo ser pesado demais..." O meu deus,não terá o senhor si enganado na fração a mim destinada?! um enganozinho assim,e único...tenha misericordia senhor,misericordia...".
Depois de ergueren-se em má vontade ao gesto de um homem a frente...
" Livrai!llivrai!,livrai esse fardo pesado de mim ó senhor!,livraaaai! livraiiiiiiii !!....".
E assim cantamos todos,pedindo e pedindo e pedindo sempre,nos entregamos quase nada, aos berros ninguem si escuta,de olhos tão enceguecidos ninguem sí vê,porque estão fechadas as portas...
Warlen Dimas Marques
22-11-12
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
CASA DE UM SILENCIO SEM COR -
Noite seca de um sábado com cara de outro dia...pelas paredes manchadas de toda casa cruzavam pequenas formigas que vinham e iam em seu fazer só seu sempre a si tocarem como quem diz...
"_ Oi e você?!....
_ Sim,ainda sou o mesmo e você pra onde vai assim tão determinado?!
_Ainda não sei,só estou seguindo os que vão a minha frente...".
Pelos cômodos de toda a casa mosquitos insásiaveis zumbiam sarcarticos,não aguardando mais o apagar das luzes como antigamente,entorpecidos d sangue,rolavam pelo lençol amarrotado soltando frouxas gargalhadas que eu não ouvia,mas as imaginava ...ainda mais porque lá fora o cão mais novo arranhava o portão menor,na persistente esperança di ele o portão,si encontrar só encostado e abrindo poder ele,não atendendo por nenhum nome ser só cão...
E por que nós não abrimos as portas?! não somos os bipedis? os seres pensantes? os que com a capacidade de construir manualmente,capazes de inimaginaveis construções mentais, os que si consideram deuses...
Por que nos agrada ainda esse transitar lento e disritimado sempre a ceder a parar estacar de repente e lavar compulsivo o rosto com água e sal?!...
E senhoras,senhores ai em sua polttrona giratoria comprada no Topa-Tudo mais barato da Via expressa eu vos afirmo plenamento encharcado até os ossos de pesar e insatisfação... Da grande luta prevista pra ser até a morte ninguém viu o erguer triunfal do que podemos vir a ser,por que não abrimos as portas?!...as comportas de todo potencial represado pelo pão nosso dos dias pasados a seco...
Quem passa enfrente,si olha pelo que vê acredita não ter ninguém em casa e a muito tempo,percebe um mato verde,revolto, vigoroso a crescer por entre as inúmeras rachaduras do piso vermelho xadrez e que enormes tumores de mofo tomaram a fachada que a idos anos era de azul tão vibrante que sí acabou,recolheu pra sí suas raízes e em silencio sem cor morreu com as margaridas que existiam aqui...
( continua)
"_ Oi e você?!....
_ Sim,ainda sou o mesmo e você pra onde vai assim tão determinado?!
_Ainda não sei,só estou seguindo os que vão a minha frente...".
Pelos cômodos de toda a casa mosquitos insásiaveis zumbiam sarcarticos,não aguardando mais o apagar das luzes como antigamente,entorpecidos d sangue,rolavam pelo lençol amarrotado soltando frouxas gargalhadas que eu não ouvia,mas as imaginava ...ainda mais porque lá fora o cão mais novo arranhava o portão menor,na persistente esperança di ele o portão,si encontrar só encostado e abrindo poder ele,não atendendo por nenhum nome ser só cão...
E por que nós não abrimos as portas?! não somos os bipedis? os seres pensantes? os que com a capacidade de construir manualmente,capazes de inimaginaveis construções mentais, os que si consideram deuses...
Por que nos agrada ainda esse transitar lento e disritimado sempre a ceder a parar estacar de repente e lavar compulsivo o rosto com água e sal?!...
E senhoras,senhores ai em sua polttrona giratoria comprada no Topa-Tudo mais barato da Via expressa eu vos afirmo plenamento encharcado até os ossos de pesar e insatisfação... Da grande luta prevista pra ser até a morte ninguém viu o erguer triunfal do que podemos vir a ser,por que não abrimos as portas?!...as comportas de todo potencial represado pelo pão nosso dos dias pasados a seco...
Quem passa enfrente,si olha pelo que vê acredita não ter ninguém em casa e a muito tempo,percebe um mato verde,revolto, vigoroso a crescer por entre as inúmeras rachaduras do piso vermelho xadrez e que enormes tumores de mofo tomaram a fachada que a idos anos era de azul tão vibrante que sí acabou,recolheu pra sí suas raízes e em silencio sem cor morreu com as margaridas que existiam aqui...
( continua)
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