Neste Aterro virtual, despejo minhas impressões deste mundo insólito. Avisem aos catadores, pois eles sabem que em meio a entulhos e monturos sempre se tira algo que preste. Vou tentar descarregar aqui, de maneira irrestrita o conteúdo de minha cabeça, cachola, que esta sempre a transbordar.

Warlen Dimas

sexta-feira, 12 de junho de 2015

COISAMOR

                             Meu amor vou dizer que neste dia...hoje...tome cuidado olha o buraco não cai nessa!...meu amor, se ai di mimm ! fosse aquele tal amor de amar parcelado todo pudor e limite do cartão...
           Meu amor neste dia de...do...dor...eu venho dizer ti que todo amor poroce fosse aquele tal amar de quatro cinco brejas e beijos preliminar em contra file com fritas aii de nos !! pois estaríamos apenas seria fetiche e  enfeitiçados que estaríamos veríamos um no outro mais uma ilusão,  minha mais nova aquisição conquistada não sem todo esforço de meu próprio suor e tempo de vida muito bem remunerado vejam! olhem ! invejem deseje até, mas não toque a MERCADORIA meu COIS AMOR...

terça-feira, 14 de abril de 2015

DE QUANDO OS PRISIONEIROS EM DIALOGO CHEGARAM A CONCLUSÃO QUE O MELHOR SERIA A INTERVENÇÃO DE TODOS NOS.."

           Antes de letras de qualquer frase inicial e no caso rasurada, antes preciso foi temperar o sentido de cada palavra, deixando-a ferver desbotando-se em sentidos, intenções, significados...
         Triturando com a vontade de caninos a devorar-se na fome de si mesmo o homem uiva de dor a cada passo em direção de quem e, em direção por consequência do outro...

                          Antes que cada miligrama de quem somos for sentida pela Geografia de toda a língua e eu me tornar toda saliva o movimento que faz a glote eu mi engoliria em cento e  setenta por cento de sódio, saturado em três virgula oito de uma gordura construída gosto...

                       Neste momento em uma sala no nono andar, cientistas industrias buscam um novo sabor para os nossos desejos os mesmo de ontem de ontem o quanto no tempo nos apenas " reproduzimos " o que se encontra lá fora...
                      Em uma sala no nono andar, apartamento 903, janelas e portas encontram-se todas abertas, e de onde seu intimo se ouve...  " Que estranha cena descreve e que estranhos prisioneiros, são iguais a nos ..." .

                                                                        Warlem Dimas.

                                             

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O rodopeio das borboletas

       

            O som do nosso próprio choro como sendo o primeiro a nos ocupar é somente a primeira ilusão quem sabe, manifestação primeira da ideia de um tempo a nos contar quando e por que de estar lacrado ao calcanhar direito identificações criadas e identificados estamos quanto aqui e sobe envaziva branca luz fluorescenti de uma sala a cheirando a álcool eu apenas chorava sem entender claro, tal manifestação como adultos a conhecemos  eu apenas era e fui todo choro.


  Apenas sendo em toda estridência as quatro e sete da manha.
  A interromperse brusco e por si so  ao sentir o aproximar de algo que eu ali nascido de poucos dias, não percebia por braços que conduziam me para cada vez mais perto, luzes que cresciam , olhos depositados sobre mim brilhavam disso que chamamos de amor.















                                                                                                                                                                                                                    

sábado, 24 de janeiro de 2015

VAZIOPLENOVAZIOPLENOVAZIO

Oque são oque quer seja ocupando-o internamente, inflexível,detentor de toda sua atenção.


Criando em nos raízes que si aprofundam a nutrir se  de toda uma solida certeza sobre tudo uma mistura  ideologica com um tanto mais de cimento a construir relações de toda ordem sobre um vazio que é de dentro,sobre nada a expandir se em repetições de um viver adoecido e torto.



Já que tudo qui é vida, este algo a qual também somos parte e composição .                                                                        Parte sem partir com pretenções de chegar a alugar algum.
                              Tudo só aconteci .
" Olha pra cá,ei olha pra cá!  olha pra mim!olha!! olha como si parecem com...".    
        São apenas nuvens nuvens no céu e como nuvens não possuem forma alguma e tudo oque eu e você estamos vendo.
                             Incolores e todos os tons de azul e vermelho que permita sua sensibilidade,manifestando se como simplesmente é.
                             Tudo só aconteci.
Como acontecem tulipas,rosas aquela de cor roxa dos cantos de passeio,pequenas e amarelas margaridas saltam das rachaduras da via você as vê...
    A  vida não necessita de nomes.


                       A vida não necessita de nomes em tempo que lhe é próprio apenas si dá ....
 
Aranhas com bundas de bolota residem nos vãos de sua cozinha,o cão lá fora lati depois do silêncio que só a ele foi quebrado como tudo ele esta a  manisfestar,ininterruptamente acontecendo este algo sempre a tomar formas sem precisar delas para existir,tudo simplismenti esta acontecendo.
                                                                   
      
                                                                         Warlen Dimas M.
                                                            

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O som do nosso propio choro sendo o primeiro a nos ocupar quando aqui fora

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

DOIS NUMEROS A - NO PRONATEC

...Em algum  momento esse menino com seu brinquedo cinza na cintura não enchergou mais o porque de ainda muito cedo jogar vinte quilos nas costas e caminhar por trés quilômetros de chinelo di dedo debaicho de um solão e as canela toda Russa...
   O porque de descer aqueles degraus...falou para si o homem,pra eles nao existem mais,nao seram dois números a mais no Pronatec.
   A frente um som de guitarra,bateria,sax,piano e baixo a igreja Batista sempre lotada cantam a plenos pulmões um lamento sampleado.
  Aqui fora pouco mudou,prédios se montam como grandes peças de lego,içadas por cordas de aço,sintomas transbordam da pia a dias um mundo em bolores,odores em diversos tons,barracos sobre barracos,sintomas sobre sintomas ligam a cidade em transporte ineficiente em péssima qualidade nos relacionávamos desde a infância com os olhos voltados pro alto...

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O HOMEM DAS SEIS

O homem chega todo dia meia hora mais cedo sai de casa as quatro as cinco e meia ta lá dobrando a esquina com seu jornalzinho ensanguentado debaixo do braço.
E também todo dia ele si senta no passeio ao lado da quarita do numero oitenta e seis,seu local de trabalho das seis e vinte da manhã as dezoito e vinte e um da noite de segunda a sexta,sábados,domingos e feriados todo dia fielmente de sete as cinco e...ah!uma e meia duas para todo mundo pro lanche,pão com manteiga,salame,suco em pó a vontade.
O homem com dois pães,quatro quando não leva marmita,alguns copos de suco amarelo a base de 550 gramas de corante 777 miligramas de sódio,tudo bem doce,gelado e forte,como qualquer um, desde que lhe venha a fome,não importando de que nem si real...
Mais neste dia,nem oque fizemos de ontem,(que si foi merda?!...merda si transforma em adubo uma vez que o entra na boca não mi pega mera saliva, e é di cada um,me intereça o quanto de mim da boca sai em verbo de sou no agora)mais neste dia presente para o homem não houve mais o tempo,os pés não exerceram mais a função de esponjas primitivas do mar,invertebrados poríferos de forma variável...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

POR ENTRE AS JANELAS DEPOIS DE SI FEICHAR AS PORTAS

E não foi num de repente repentinoso que tudo si deu cá em mim.
Não foi de rompante que ao direcionar os olhos em sentido do ver por entre os sujos vidros das janelas.
Ver o viver pelo meio de uma trilha estreita,a corda não é bamba e os motivos de tantas quedas e quedas recaídas fraturas magoas de uma existência inteira não são reais, mas não será nem queira o de repente,caminhe...

segunda-feira, 24 de março de 2014

NÃO SERA PELA COPA QUE O NOVO NOS ADENTRARA OS DIAS DA EXISTÊNCIA E O CO EXISTIR EM PAZ

Esse som oriundo do tamborim em mim não ressoa chega oco, carente de tudo samba esse  não me chapa ou seduz,todo gingado estimulado desde o berçário os ninhos precários do alto do morro em leite tipo " C" e morno....
                             Elevado pelos di fora a condição que por nos foi e ainda assim é hereditariamente acolhida  reproduzida, patrimônio da humanidade ainda e todo o seu apego, delírio continuo do vicio feitiço...
A repetição da espiral a girar pra dentro,bicho adoecido,cada qual no seu cada um e do outro tão longe... a soluçar e sorrir sem cor,tropego  por sua trilha vasta da matéria argamassas, gesos, medos e ilusões, falando muito ou somente pelos dedos, cantarolando sua desarmonia  percebida por todas as alas sambando di lá pra cá num vai e volta pra lugar nenhum...
 E o domínio de si cade?!cade?!cachão,cadeia ta onde?!...
Tá hoje nas mãos de um amanha a repetir o passado, remix sádico, samba triste esse existir sambarolando  em fantasias de um milhão a exibir-se  vazias,a condicionar se a forma em supino baixo, remada sem graça, como o som oriundo que és tão linda e falsa sua harmonia de notas nem mi rela  deste samba torto eu não careço mais ai ai ai iaiaiaiai....

                                                         Dimas. 
                                                                                24/03/14 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

FUNDO FALSO PRA ARMADILHAS NO BAR DO IRÁNIANO - NOITE COM RODADA DE PAISANO SEM GELO E ISCA DE FRANGO

                                   
                                         Musica de fundo pra insônia 
                    Paisano com gelo e michirica azeda si tivesse na fruteira laranja,pera si ! houvesse fruteira e eu na carteira as nota pro açaí de 500 .
                    Si ali fosse a porta...que da pra uma varanda de trinta e poucos anos tão delicada di planta arquitetonicamente  simples,já aqui...um janelão coló nial,grande,imenso de da pra ver toda uma imensidão de vida,terraiada sem cerca e di amor verdadeiro...

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

INCLASSIFICADOS

                     Invista no que não para de crescer.
                     Lucro médio de 400 por cento.
                     Raspadinha 20 centavos, Kit anel c/vibro 5,30 tanga bombom 3,90 fantasias a partir de 6,90.  Ganhe catálogo de produtos em sua primeira compra.
                       Parcelamos no cartão em 6x.
                       Ajudante de cozinha admite-se trab de segunda a segunda doze por trinta e seis de oito as oito a mais antiga de Minas você não sabe o poder que ela tem,seu feitiço nunca foi para o bem faça lhe 3 pedidos, 2 impossível e 1 possível ,publique,curta e compartilhe, no 3 dia veja oque  acontece as sete na feira da China box 17 por lá o clima esquentou depois de piadinha sem graça neste imenso BBB você , você é fundamental em seu trabalho ? você é ideal para acompanhar a copa e si esquecer em tela plana de 100 ?! ainda que lá fora conflitos impedem que micro-ônibus percorram os becos do morro e também no ultimo andar engravatados a se expressarem em números e cifras, um unico tom modal e grave todo desejo do só querer cada vez mais e muito o sentir das sensações....
                      

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

ANTIOLOPÁTICOS

O congelador meu amor,continua em sua ameaça manhosa de pifar de vez,já nem olho parei de lidar atenção subjetivei de vez não mi chega barulho como o barulho de todo excesso em serie alimentado toda manhã por medos,granolas mel e leite...

Aquele incenso amor,lembra?! faz mais efeito a cada vez que reacendo,aquelas imagens que mi refletem tanto...
Continuam por aqui e lá fora atrás de tijolos expostos,fios elétricos na proteção do material...

Acabando aqui,eu vou esquentar a carne morta com tomate farinha  mandioca e feijão,e para o congelador e toda agonia das coisas não vou procurar por técnicos ...

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

O INTERVALO MAIS CURTO

O sentimento natural a qual por vislumbre chamamos de amor , si deu no intervalo mais curto que pudemos nos dar.
O tempo entre a percepção de quem somos a ação.
Tempo do ser,presentear-se escolhendo só e com outros olhos,por outros cheiros nunca cheirados,formas etiquetadas em zona franca de Xangai,Manaus,Paraguai...

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Sobre a cabeça algo azul e um olho amarelo e quente Lazaro voltou mais doido que a mãe

...O minino de cumpadi Dinei açogueiro,que vive com Dora doida...esse mesmo esse mesmo " Lazaro meio estranho" o mais velho,voltou e voltou mudado pra pio que a mãe,ele fala fala ninguém entendi , chegou magro um zoi torto enviesado e falando na ripitisãom que lá fora paira sobre nossas cabeças uma coisa toda e ele chamo di azul...
   
          E que pelo meio disso tudo um imenso olho amarelo e quenti de fervura di bolhas sabe?! aquele amarelão di arder...

 Que não nos sentimos mais ou muito pouco quase isso num sei num sei si eu e qui ouvia baixo ou ele... 
Que não nos vemos,que quando um oia pro outro assim du jeito qui eu to oiando pra você...( risos )

Que deus mi perdoi não e caso de rir...

Ele ate que parecia acreditar quando falou que estamos acorrentados a contemplar sombras prisioneiros de um estado,escravos de si...
Ele repetia isso a toda hora,eu não sei di qual Simone ele estava falando...

                                                         Warlen Dimas 

domingo, 24 de novembro de 2013

VIGAS EM VIDA DE FERRO TRANÇADO - MOONLIGHT SONATA OP 27 FUNKEADA

Do alto,do alto de vigas em minério carcomido pelo tempo.


 Ao léu,exposto ao apetecer  da carne,as ilusões preferidas dos olhos



     . . . ...   Que di tão fixos,si envidraram em Chenoom financiando sem fim inseguranças,tela plana a registrar o mesmo plano pra nada a cabo e clandestino...

O que quer dizer a toalha rosa a flamejar na janela lá embaixo?! do vicio da gula passiva das coisas um peixe o cardume em síndrome de pânico a si contentar com areia...
O que hoje quer dizer esse viver a sorrir em gozo de tudo?!
O que por certo não foi o mesmo do  ontem?!
Por que ainda a ele preso? um medo por que a relutância,titubeio bobo si temos sempre todo amparo?!..e fato,e sabemos ser,ignorado você si lembra a quanto?! nem eu...

Eu que apenas vejo e acredito do alto a alguns andares sobre vigas em aço areia,cimento e o tempo de vidas de quantos?!...
o que e sempre o tão pouco,o que mal da pra viver a margem de si mesmo,então por que eu e alguns pouco lá nos mantemos ...eu falo por mim,eu creio que  mi cabe resistir ainda preciso fosse viver sobre destroços emocionais tão frágeis que somos o ser humano que podemos ser o quanto mais perto que queremos vir a ser a rocha que vira a ser homem o homem sempre um grão...

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

OS SINOS QUE TOCAM PRA DENTRO

A carne tremula, era manhã bem cedo,expandia-me as fibras,veias, músculos eu sabia ser eu enfim que não mi cabia mais.

A carne tremula,minha boca aridezída,zida,zidazinha toda, desde já dimahãnzinha a água fria não mi passava a sede.

Era manhã bem cedo,di pé,mãos na pia,eu via crianças brotando di becos encharcados de tudo a escorrer por para-quedas fragilizados desde ontem,que dia foi ontem dois mil e poucos dias atrás ?! o que lá fizemos di bom?! mi conte tudo! tudo! um pouco?! sei lá,uma parte?! quase nada?!...ou mesmo pouco em medida sutil,nos diferenciamos uns dos outros,plagiando formigas, sustentando-se ao descer o morro,formigueiro em crise milenar ou é chegado o fim do tempo das coisas?! de correr errado por nada e tudo que esta sendo substituído neste instante ..

Minha boca ainda seca, saliva-me um gosto nostalgicoso,saudade de algo que só esta aqui... gosto de reencontro o retomar,amar,amar,o marinundar de si,encharcar a alma,ser a água que vira chuva vira que vira limpa revolvendo tudo enchorrada di monturos que não nos serve mais.

                                                   Dimas.

domingo, 27 de outubro de 2013

CONVERSA DI COBERTOR ENTRE EU,VOCÊ E OS NOSSOS ACAROS DE ESTIMAÇÃO

Sobre uma conversa que ninguém ao menos sabe onde,sobre uma conversa que começou sobre o que ninguém mais sabe ou arrisca afirmar..." Eu sei sobre e como começou tudo isso aqui e pronto!!...". Não,não poucos sabem ao menos onde estão,e menos ainda quem são...
Com a sua licença,vou dar continuidade ao quebra cabeça,ainda é domingo,dia de desacere lar, confusiar-se terapeuticamenti,deicho-lhes mais um texto.

           " Hoje e trinta di março,meia noite e sete eu entrei minutos atrás sem acender a luz,eu já conhecia aquele espaço,quarto sem cama era aquele terreiro,habitat um quadro em preto e branco e um ponto pequeno de vermelho intenso,um ponto um pouco maior di amarelo outro o maior di todos, lilás!! assim,páaa!!!!...um quarto cenário surrealista,um anjo exterminador,pra quem não conheço...joga no yutubi que é muito bom...mais um pouco adaptado  a real...
Eu mi levantei di onde eu estava,e me apoiando na janela,esticando o pescoço com a cabeça pra fora caia uma chuva fina e fria daquelas pra acordar sabe?! nem parecia chuva...
           Lá fora,os animais dormem em suas tocas tecnológicas,dormem eles e apesar de todo lixoenluxos,dorminos nos e nossas traças,baratas que riem de nos...ácaros de estimação,e os vícios e as subserviencias di tudo?!!...
Mais hoje é ainda trinta de março, e já são agora exatamente meia noite e trinta e três,vamos falar um pouco mais baixo,os animais já estão dormindo a muito tempo,e necessário que si faça imperar a paciência a tolerância mais em continua progressão da consciência...
Vamos?!.... ." 
                                           Dimas.

 

              

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A ÁVORE GENEROSA

         De Silverstein texto em português de Fernando Sabino.


                             Era uma vez uma árvore...que amava um menino.
       E todos os dias o menino vinha, juntava suas folhas e com elas fazia a coroas de rei,com elas brincava de rei da floresta .
                     Subia em seu grosso tronco balançando-se em seus galhos,comia suas maçãs,e brincava de se esconder.
                     Quando ficava cansado o menino repousava à sua sombra fresquinha .
         O menino amava a árvore profundamente.
         E a árvore era feliz.
         Mas o tempo passou .
         O menino cresceu.


                       E árvore muitas vezes ficava sozinha.

Um dia o menino veio e a árvore disse:
      " Menino,venha subir em meu tronco,balançar-se em meus galhos,comer as minhas maçãs,repousar a minha sombra e ser feliz " .

" Estou grande demais pra brincar " .
O menino respondeu.
" Quero comprar muitas coisas,eu quero me divertir e preciso de dinheiro.
Você tem dinheiro que possa me oferecer?!..."

"Sinto muito "  disse a árvore,mas eu não tenho dinheiro.
  Tenho apenas minhas folhas e maçãs.
  Mas leve as maçãs,menino.
  Vá vendê-las na cidade
   Então terá o dinheiro,e você será feliz.

E assim o menino subiu pelo tronco colheu as maçãs e levou-as embora.
    E a árvore ficou feliz.

 Mas o menino sumiu por muito tempo....
 E a  árvore ficou tristonha outra vez.
 Um dia o menino veio e a árvore estremeceu,tamanha a sua alegria,e disse:

                            " Venha menino,venha subir no meu tronco,balançar nos meus  galhos e ser feliz. "

  Estou muito ocupado pra subir em árvores...


 continua.

                              


 


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A VIDA A RETANGULAR-SE POR TRILHOS

Vermelha,de um vermelho claro, desbotado bem si via que vagabundo,sobre camisa de manga curta, vermelha em outro tom...
Quando a lembrança lhe vinha manca ou de repente e estupida tansbordava lhe o sal por suas duas tristes lacrimosas glândulas devidamente reprimidas...
Mais isso eu vi em milésimos divididos por milesimos mais rapido que o piscar, eu vi.
Quando você sí deu conta que ali não era a segurança do seu quarto,carro,que esquecera na gaveta os fones de ouvido e a bateria do celular acabou,só lhe restando você por companhia e agora?!...
Eu vi quando você recolocou pratica,a mascara no lugar,e apenas eu a observar tudo isso?!...
A minha esquerda um homem branco,trinta,tinta e poucos anos se mantinha de olhos fechados e girava um dedão sobre o outro...
Outro a minha frente si esforçava dedicado a não olhar pra nada nem ninguém e acho até que por vezes conseguia...e ao si levantar no reflexo da janela eu pude ver a mim,e mi olhando bem nos olhos perguntei..." Quem mi olha o que vê?! 
                                                           W.Dimas




sábado, 10 de agosto de 2013

No quarto e roupa,colchas,travesseiros e meias cada qual num canto e do outro nos dois entrelaçados e passando do colchão de molas escandalosas pro silêncio escandaloso de tabuas corridas pelo chão e si possível fosse pelas paredes feito trepadeiras vorazes,indômitas sem traves ou travas, recalques pagos no cartão.
Gozamos por brechas de um caminho estreito,pagamos o preço que for, nos enfrentamos sem medo.

No quarto e riso que antecedi urro,grunhido baixinho ao pé do ouvido,hora ou outra vem sempre o tempo a nos dizer que é tudo tão humano...

No quarto as relações si dão em outro tempo de um tempo sem conta harmonicamente organizados pelo desejo insasiavel um querer adentrar de um no outro cavando por unhas, dentes labios